Na carta aberta, é manifestada surpresa e indignação, ao mesmo tempo em que são apresentados argumentos de defesa contra todas as acusações feitas pelo prelado, que são consideradas "inteiramente falsas".
“Através deste gesto queremos demonstrar que a caridade não tem limites e que ela não encontra fronteiras nem sequer com o próprio clima”, afirmou a instituição religiosa.
“Este templo já muito querido pelo povo fiel adquire um significado simbólico ainda maior, ornado com a dignidade de Basílica Menor”, afirmou o purpurado.