A Nigéria enfrenta uma crise de segurança severa com contínuos ataques contra comunidades cristãs e igrejas, resultando em um alto número de mortos e sequestros.
A causa das chamas ainda está sob investigação, apesar de vários veículos de comunicação relatarem que elas se iniciaram a partir de um curto-circuito.
O ataque foi condenado pelo governador El-Rufai, que também "pediu aos fiéis para permanecerem firmes em sua Fé e devoção, e considerarem o ataque como um ato perpetrado por inimigos da paz, da humanidade e da diversidade que não terão sucesso, mas serão derrotados pela graça de Deus".