Liberdade religiosa: um privilégio cada vez mais raro no mundo atual
A liberdade religiosa não é um privilégio concedido por governos, mas um direito natural, derivado da própria dignidade humana.
Celebrada anualmente desde 2015, a efeméride recorda de quando mais de 100 mil cristãos foram expulsos do norte do Iraque pelo grupo terrorista Estado Islâmico.
Padre Romanelli retorna a Gaza: um relato da tragédia
O sacerdote argentino é o único pároco em Gaza. Encontrava-se em Belém quando o conflito teve início, o que o manteve afastado do seu rebanho por 7 meses.
Os Cristãos ainda são os mais perseguidos
A perseguição aos Cristãos piorou nos principais países estudados. Parte do problema é uma percepção cultural equivocada no Ocidente, que continua a negar que os Cristãos permanecem a religião mais perseguida. Segundo as palavras do Arcebispo Católico Caldeu Bashar Warda, de Erbil, norte do Iraque, “Ainda há pessoas que são perseguidas por causa da sua fé... Sim, os Cristãos são perseguidos.”
Todos os anos, a Fundação AIS faz iluminar de vermelho alguns monumentos mais significativos como forma de procurar chamar a atenção da opinião pública para o drama da perseguição contra os cristãos e a necessidade de se garantir a liberdade religiosa.
Atualmente 67% da população mundial vive em países com graves violações da liberdade religiosa e os cristãos são os que mais sofrem as privações deste direito fundamental.
Temos presenciado a perseguição religiosa com muito sangue derramado por aqueles que não aceitam se submeter às religiões pagãs, ideologias ateias ou por ser missionários da Fé Católica em regiões que estavam à espera do anúncio do Evangelho.
“Queremos levantar a nossa voz para falar em nome daqueles que já não podem e daqueles que são perseguidos e oprimidos no mundo por causa de sua Fé", afirmou Thomas Heine-Geldern.