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Paróquias de todo Brasil convidam fiéis a rezarem pelos cristãos perseguidos

Atualmente 67% da população mundial vive em países com graves violações da liberdade religiosa e os cristãos são os que mais sofrem as privações deste direito fundamental.

Redação (06/08/2021 14:20, Gaudium Press) Nesta sexta-feira, 6 de agosto, ocorre a sétima edição do Dia de Oração pelos Cristãos Perseguidos, promovida pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Nesta data, as paróquias do país são incentivadas a promover e convidar os fiéis a participarem desta corrente em favor dos cristãos que sofrem perseguição religiosa. Segundo a AIS, atualmente 67% da população mundial vive em países com graves violações da liberdade religiosa e os cristãos são os que mais sofrem as privações deste direito fundamental.

Sequestros de sacerdotes e religiosas tornaram-se uma arma em vários países

“Infelizmente, estamos descobrindo que sequestros, especialmente de sacerdotes e religiosas, tornaram-se uma arma e um meio de pressão em vários países”, lamentou Regina Lynch, diretora de projetos da AIS-Internacional. De fato, essa trilha de sequestros se espalha do Mali à Nigéria, até o Congo e além.

Lynch destaca ainda que “muitos sacerdotes e religiosas desaparecem por anos. Outros membros da igreja não sobrevivem aos sequestros. Os sequestradores alcançam seu objetivo: aumentar o medo e o terror entre a população. Esta é uma situação preocupante”.

Dia de Oração pelos Cristãos Perseguidos

Iniciado no ano de 2015, o Dia de Oração pelos Cristãos Perseguidos ocorre anualmente em agosto, recordando a noite de 6 de agosto de 2014, quando por volta de 100 mil cristãos tiveram de abandonar suas casas na Planície de Nínive, no Iraque, expulsos pelos extremistas do grupo Estado Islâmico.

A AIS é uma Fundação Pontifícia que auxilia a Igreja através de informações, orações e projetos de ajuda a pessoas ou grupos que sofrem perseguição e opressão religiosa e social ou que estejam em necessidade. Anualmente a instituição pontifícia atende mais de 5 mil pedidos de ajuda de bispos e superiores religiosos em cerca de 140 países. (EPC)

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