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“Voltem a usar nomes cristãos nos recém-nascidos”, incentiva redatora inglesa

Os nomes cristãos “em si mesmo são sólidos, santificados pela tradição, com um dia festivo apropriado para celebrar e um exemplo para que a criança o siga”.

Inglaterra – Londres (19/05/2020 15:00, Gaudium Press) Após o anúncio do nome do filho recém-nascido do magnata da tecnologia Elon Musk, X Æ A-12, uma redatora britânica pediu para que se voltasse a se utilizar nomes cristãos apropriados. Vários países tiveram leis que protegiam os interesses dos menores a esse respeito, além de manter a identidade cultural cristã dos territórios.

Nomes cristãos são sólidos e santificados pela tradição

“Todos os nomes têm sua própria etimologia e significado”, recordou Melanie McDonagh em um artigo para o ‘The Catholic Herald‘. Os nomes cristãos “em si mesmo são sólidos, santificados pela tradição, com um dia festivo apropriado para celebrar e um exemplo para que a criança o siga”. Um exemplo desta realidade é o compêndio de vidas dos Santos do século XIII de Jacobo de Vorágine. Em sua obra, este escritor explica o significado dos nomes dos Santos antes de abordar sua biografia.

X Æ A-12

O caso do controverso nome do herdeiro de Musk expõe a complexidade do problema. A mãe do pequeno expôs nas redes sociais o significado de sua escolha. “X, a variável desconhecida; Æ, minha ortografia élfica de Ai (amor e / ou inteligência artificial); A-12 = precursor do SR-17 (nossa aeronave favorita). Sem armas, sem defesas, somente velocidade. Grande na batalha, mas não violento; (A = Arcanjo, minha música favorita)”.

Crianças com nomes de Santos

A possibilidade de que uma criança tenha um nome impronunciável e quase indecifrável contrasta com as leis que até pouco tempo regulamentavam os nomes disponíveis para os cidadãos. “O nome de qualquer criança não deve ser contrário aos seus interesses”, explicou McDonagh sobre a lei napoleônica em vigor na França até 1993. “As crianças francesas deveriam ser nomeadas como os Santos no calendário; nomes cristãos próprios”.

Tragam de volta os nomes cristãos

Para a redatora, leis como essa deveriam retornar, com exceções para pessoas de outras religiões. “Recuperem o código napoleônico para os nomes, e nenhuma criança voltaria a ser nomeada em homenagem a um erro ortográfico, um avião e uma variável desconhecida”, concluiu. “Tragam de volta os nomes cristãos”. (EPC)

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