São Maurício, comandante da aguerrida Legião Tebana
A Igreja celebra, no dia 22 de setembro, a memória de São Maurício e seus companheiros, mártires. Ante a recusa de incensar os ídolos, o imperador Maximiano ordenou o massacre de seus melhores guerreiros, a Legião Tebana.
A Igreja celebra, no dia 21 de setembro, a festa de São Mateus, Apóstolo e Evangelista. Rico cobrador de impostos, deixou todos os seus interesses mundanos para seguir o Divino Mestre com entusiasmo. Segundo a tradição, pregou na Palestina e depois na Etiópia, onde recebeu a palma do martírio.
A Igreja lembra, no dia 17 de setembro, a memória de São Roberto Belarmino: pensador, polemista, homem de ação, diretor espiritual exímio, combateu pela Santa Igreja Católica em todas as direções. Mas por que ele foi tudo isso? Porque foi santo.
Santos Cornélio e Cipriano: modelos de confessores da fé até o martírio
Hoje, dia 16 de setembro, a Igreja celebra a memória de São Cornélio, Papa (†253) e São Cipriano, Bispo (†258), mártires. São Cornélio lutou pela unidade da Igreja. São Cipriano, bispo de Cartago, grande orador e mestre de moral, dedicou-se a organizar a Igreja na África.
A Igreja celebra hoje, 13 de setembro, a memória de São João Crisóstomo. Pelo fogo e sabedoria de suas palavras, foi cognominado de Crisóstomo, palavra grega que significa “boca de ouro”. Morreu no exílio em 407, deixando abundante produção intelectual.
Dia 12 de setembro a Igreja celebra a Festa do Santíssimo Nome de Maria. Receber um nome, dar um nome… O que isso significa? Qual é a sua importância? Há vários significados relacionados a este bendito nome. O mais corrente é “Estrela do Mar”. Esta comemoração teve início na Espanha, em 1513.
São João Gabriel Perboyre: mártir na China
A Igreja lembra, no dia 11 de setembro, a memória de São João Gabriel Perboyre, sacerdote francês, cujo zelo pelas almas levou-o ao outro lado do mundo para difundir a fé em Cristo.
O nascimento de Nossa Senhora trouxe para a humanidade algo até então desconhecido: uma criatura isenta de qualquer mancha, um lírio de incomparável formosura que deveria alegrar os coros angélicos e a terra inteira. Em meio ao exílio do gênero humano corrompido, aparecia um ser imaculado, concebido sem pecado original.