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San Marino: Possível legalização do aborto

Em San Marino, pequeno país europeu, o aborto é ilegal desde 1865. Um referendo pró-aborto acontecerá no próximo dia 26 de setembro.

Bispos dizem estar "profundamente preocupados": Governo Britânico pretende forçar Irlanda do Norte a promover os serviços abortivos mais radicais e liberais nas Ilhas Britânicas.

San Marino (terça-feira 21/09/2021 5:00, Gaudium Press). O país conta com 35 mil habitantes e cerca de 90% da população se considera católica. No próximo referendo os habitantes são convidados a votarem pela legalizção do aborto até à 12ª semana de gestação.

O referendo ainda contempla a possibilidade do aborto além das 12 primeiras semanas, caso sejam contatadas anomalias e má-formaçoes no feto, ou caso haja um risco físico ou psicólogico para a gestante.

A primeira tentativa para legalizar o aborto em San Marino ocorreu em 2003, desde então associações pró-aborto tentam a aprovação da lei.

Movimentos a favor da vida se manifestam

O Doutor Adolfo  Morganti, do comitê Um de nós (Uno di noi) associação pró-vida, explicou que “San Marino não é obrigado a adotar a lei das nações vizinhas e não precisas do mal exemplo da Itália”.

O Comitê “Um de Nós” foi duramente criticado por uma campanha anti-abortista que eles realizaram anteriormente. Cartazes espalhados pela cidade retratavam um menino com síndrome de Down e uma legenda: “Eu sou uma anomalia, logo tenho menos direitos do que você? Vote não!”

O sacerdote Gabriele Mangiorotti, pároco no centro do país, afirmou que “matar uma criança é um ato sério, um crime” e acrescentou que considera uma traição se o aborto for legalizado em San Marino, pois o país foi fundado  por um santo e, portanto, tem uma presença cristã em seu DNA”. (FM)

Com informações de NCRegister.

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