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Regime de Ortega submete sacerdotes presos a tratamento desumano

O bispo Rolando Álvarez, também confinado em Manágua, está doente.

Redação (24/11/2022 10:35, Gaudium Press) O sempre bem informado Il Sismografo relata que Dom Rolando Álvarez, Bispo de Matagalpa e em prisão-sequestro domiciliar em Manágua, está doente. Ao contrário do que foi dito, o prelado não está na casa de sua família.

Também informa que os outros sacerdotes que foram presos junto com Dom Álvarez na cúria de Matagalpa, e que estão detidos na sinistra prisão de El Chipote, também estão doentes.

“Um dos sacerdotes está perdendo a visão e a audição”, afirma Pe. Uriel Vallejos em um tweet, e diz que os outros padres estão “extremamente magros”.

Dom Rolando está em cativeiro há mais de três meses e meio, desde que foi cercado na cúria, em 4 de agosto passado até 19 de agosto, quando a polícia, durante a madrugada, o levou a Manágua. Fala-se de “sequestro” porque não há provas de que o bispo e os sacerdotes presos tenham passado por um devido processo judicial.

A lista dos encarcerados no El Chipote, companheiros do Bispo Álvarez, é a seguinte: os sacerdotes Ramiro Reynaldo Tijerino Chávez, José Luis Díaz Cruz e Sadiel Antonio Eugarrios Cano; o diácono Raúl Antonio Vega González, os seminaristas Darvin Esteylin Leiva Mendoza e Melkin Antonio Centeno Sequeira, e o cinegrafista Sergio José Cárdenas Flores.

“Dom Rolando está doente. A assistência médica é fornecida pelo mesmo sistema. E a alimentação deles também. O bispo NÃO está com sua família. O que os padres, bispos e seminaristas sofrem é desumano. SOS para os padres, leigos e bispo. O povo está alarmado com esta situação”, afirma também Pe. Vallejos, que é pároco da Paróquia Jesus da Divina Misericórdia, no município de Sébaco, embora tenha se exilado desde agosto passado.

Também estão presos: o Pe. Manuel García Rodríguez, de Nandaime, condenado a 2 anos de prisão por ameaçar com armas 5 simpatizantes sandinistas; e também a 2 anos e 8 meses de prisão por danos psicológicos e físicos contra Martha Candelaria Rivas Hernández, que se retratou, e que depois foi condenada por falso testemunho; O Pe. Óscar Danilo Benavídez Dávila, que estava em uma paróquia de Mulukukú, norte do Caribe, e o Pe. Benito Enrique Martínez Gamboa, da Arquidiocese de Manágua, acusados ​​de supostos crimes de “conspiração ao atentar contra a integridade nacional e de propagação de notícias falsas por meio de tecnologias de informação e comunicação”.

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