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Perseguição religiosa, hoje?

Cristãos são perseguidos nos dias atuais. São desrespeitados os direitos humanos. No Oriente Médio restará ainda a Fé Católica?

Redação (22/06/2020 08:48, Gaudium Press) Quando Nosso Senhor Jesus Cristo disse “se perseguiram a mim, também vos hão de perseguir” (Jo 15, 20), revelava algo que não se aplicava somente ao reduzido número de discípulos que tinha diante de si. Antes, fazia referência ao ódio, à perseguição e à discriminação à sua Igreja, que a História veio comprovar.

Ao longo dos séculos, com efeito, a Esposa Mística de Cristo provou inúmeras vezes o amargo cálice que seu Divino Esposo teve de sorver. Não lhe faltaram Neros e Calígulas, doutrinas perversas e campanhas difamatórias a tentar abalar seus fundamentos e confundir as almas dos fiéis.

Poder-se-ia pensar, contudo, que estas perseguições ficaram para trás, referindo-se a um passado cruel e sangrento, próprias a épocas de barbárie e extremismo. Hoje, no entanto, – diriam alguns – conceitos como tolerância, liberdade religiosa e direitos humanos penetram praticamente todas as constituições e códigos de direito do mundo, e órgãos internacionais se empenham na busca pela paz e pela concórdia entre os povos, que o problema nem se coloca.

Hoje há perseguição religiosa?

A realidade dos fatos, na verdade, demonstra o contrário. Vivemos tempos de perseguição religiosa, e – hoje – a Igreja Católica é perseguida, muitos de seus sacerdotes continuam, como em tempos passados, a regar com seu sangue esta terra, e multidões de seus filhos têm de sofrer prisões, torturas e discriminação religiosa. Quiçá mais que no passado.

Como destacado pelo Papa emérito Bento XVI, em sua mensagem no Dia Mundial da Paz: Os cristãos são, atualmente, o grupo religioso que padece o maior número de perseguições devido à própria Fé. Muitos suportam diariamente ofensas e vivem frequentemente em sobressalto por causa da sua procura da verdade, da sua Fé em Jesus Cristo e do seu apelo sincero para que seja reconhecida a liberdade religiosa. Não se pode aceitar nada disto, porque constitui uma ofensa a Deus e à dignidade humana; além disso, é uma ameaça à segurança e à paz e impede a realização de um desenvolvimento humano autêntico e integral.[1]

O Crônico silêncio da mídia

Alguns talvez poderiam objetar desconhecer o assunto. Em parte, isso é compreensível, pois o crônico silêncio dos grandes meios de comunicação acerca da dura realidade de milhares de cristãos em países do Oriente Médio, África, Ásia e Oceania, o favorece. Parece tabu falar em perseguição contra os cristãos.

Nesse sentido, autoridades e estudiosos do Centro para liberdade religiosa do Instituto Hudson, em Washington, Paul Marshall, Lela Gilbert e Nina Shea, afirmam que: “É fato que, no Ocidente, os noticiários raramente falam sobre perseguição a cristãos, a não ser que um caso extraordinariamente chocante apareça num dia de poucas notícias”.[2]

Documento apresentado em Roma: “Perseguida mais que nunca”

No entanto, um recente documento da fundação de direito pontifício Aiuto alla Chiesa che soffre (ACS), erigida em 1947 com o objetivo de ajudar os cristãos perseguidos, defendendo seus direitos e informando a comunidade internacional sobre a situação deles, vem, muito oportunamente, instruir sobre a questão.

O documento, intitulado “Perseguitati più che mai. Focus sulla persecuzione anticristiana trai il 2017 e il 2019” – Perseguida mais que nunca. Foco sobre a perseguição anticristã entre 2017 e 2019 –, foi apresentado em Roma no dia 24 de outubro, na Basílica de San Bartolomeoall’Isola.

A religião mais perseguida do mundo

O estudo analisa a situação dos cristãos em 20 países, como Egito, Índia, Irã, Iraque, Síria, Camarões e outros, nos quais a perseguição religiosa e a “violação dos direitos humanos sofridos pelos cristãos”[3] é constante, e causa preocupação.

Atualmente, 300 milhões de cristãos vivem em lugares onde professar a Fé pode lhes custar a vida. “Embora muitas pessoas não estejam cientes disso, é um dado de fato que a religião mais perseguida no mundo seja hoje o cristianismo”,[4] afirma, o Cardeal Joseph Coutts Arcebispo de Karachi, no Paquistão, prefaciador do documento.

Realmente, que seja “a religião mais perseguida no mundo”, é algo que poucos têm a coragem de afirmar, mais raro ainda aqueles que têm coragem para acreditar. No entanto, os dados o comprovam, e são estarrecedores.

As estatísticas comprovam

No Iraque, devido aos atos jihadistas do Estado Islâmico, de 1,5 milhões de cristãos em 2003, restam hoje menos que 150.000, significando que “no decorrer de uma geração, a população cristã iraquiana foi reduzida por volta de 90%”.[5] Situação não muito diferente na Síria, onde, “na metade de 2017, os cristãos eram estimados em menos de 500.000”,[6] sendo contados em três vezes mais em 2011. Que nome dar a isto senão o de verdadeiro genocídio, movido por ódio religioso, cuja culpa destes cristãos é a de professar a Fé?

Ademais, como não se alarmar quando não só grupos terroristas e fundamentalistas se levantam contra a Religião, mas também governos políticos? No Irã, alguns fiéis foram presos por “crimes contra a segurança nacional”,[7] quando, na verdade, só participavam de reuniões religiosas. E na Arábia Saudita “permanece absoluto veto para lugares de culto e materiais religiosos”,[8] condenando um milhão e meio de cristãos a professar uma religião velada e clandestina.

Inúmeros países da África também não poupam o látego à Igreja Católica: 14 sacerdotes foram assassinados só este ano. Em Burquina Faso, 20 cristãos foram mortos desde janeiro, incluindo 3 sacerdotes. E na Eritreia, “entre junho e julho, o regime fechou e confiscou os 22 hospitais católicos presentes no país”,[9] e em setembro, ordenou ao exército a ocupação de quatro escolas católicas.

“Regimes comunistas: maior fonte de perseguição a cristãos”

Situação, talvez, só não pior que na Coreia do Norte, país no qual os cristãos são “regularmente aprisionados nos campos de trabalho onde sofrem torturas físicas e psicológicas. Acredita-se que, no momento, sejam cerca de 70 mil os cristãos detidos por razões de Fé”.[10] Tudo segundo exige a práxis comunista…

Ao mencionar o regime comunista, presente em alguns países como a Coreia do Norte e a China, e dado que “esses regimes ainda são a maior fonte de perseguição a cristãos”, conforme afirma Paul Marshall et al., cabe acrescentar alguns dados que corroboram o assunto. Com efeito, escreve o mesmo autor: “os regimes comunistas, que em geral são oficialmente ateus, tentaram em seus dias de glória erradicar a religião. Para isso, exterminaram milhões de religiosos. Desde então, recuaram para uma política opressiva de registro, supervisão e controle. Os que não são controlados são enviados para prisões comuns ou de trabalhos forçados, ou simplesmente confinados, maltratados e por vezes torturados.[11]

Violação dos direitos humanos

Ademais, de acordo com Harry Wu, ativista católico dos direitos humanos, que por quase vinte anos vivenciou ele mesmo os campos, “o cerne da questão dos direitos humanos na China hoje é a existência de um mecanismo de base para o esmagamento de seres humanos — físico, psicológico e espiritual — chamado sistema de campos laogai, dos quais identificamos 1.100 campos diferentes”. Trata-se de campos de trabalhos forçados onde se produz tudo, de chá a canos de aço e produtos químicos. Wu disse: “O trabalho forçado é o meio, a reforma do pensamento é o objetivo. […] Não é simplesmente um sistema carcerário; é uma ferramenta política para a manutenção do regime totalitário do Partido Comunista”. O governo não permitiu que o Comitê Internacional da Cruz Vermelha examinasse as prisões e entrevistasse prisioneiros de sua escolha.[12]

Causa de atentados: “o problema é antes de tudo religioso”

E, por fim, no Sri Lanka, o atentado coordenado, de 21 de abril, a três igrejas cheias de fiéis que celebravam o domingo de Páscoa matou quase 258 pessoas e deixou 500 feridas. O Estado Islâmico reconheceu sua autoria demonstrando, à custa de muito sangue, que o problema é, antes de tudo, religioso.

E como se fosse pouco semear mortes e mutilações, profanar igrejas, destruir famílias e lares, abusar de direitos humanos e sagrados, corre-se o risco de termos um Oriente Médio sem Nosso Senhor Jesus Cristo. Regiões onde outrora a Igreja deitou raízes profundas, ameaçam converter-se novamente em terra inculta e selvagem.[13]

“A perseguição religiosa pode assumir muitas formas”

O documento da “ACS” também revela outro problema, não menos maléfico. O Cardeal Coutts, acostumado ao cotidiano paquistanês, comenta com muito acerto que “a perseguição religiosa pode assumir muitas formas”. Quando não se perpetram os ataques atrozes de grupos fundamentalistas, usa-se de formas mais sutis de perseguição religiosa como, por exemplo, a discriminação religiosa.[14]

Esta, muitas vezes, pode ser tanto ou mais prejudicial que aquela. A perseguição cruenta e violenta desperta reações e produz protestos – infelizmente cada vez menos – às vezes assustando a opinião pública.

Já estas “formas mais sutis de perseguição” podem passar despercebidas aos olhos do mundo. Ainda mais quando movido pela grande mídia – hábil em manipular informações – sob a forma de propagandas anticatólicas, campanhas difamatórias e falaciosas. Acaba, com frequência, arrastando em seu bojo inúmeros adeptos distraídos pela “aparência” de razoabilidade que dão ao assunto.

Enfim, os números, minuciosamente colhidos pela Fundação prolongam-se, o que nos impede de citá-los todos aqui. Têm eles o mérito, no entanto, de mostrar toda a vileza e o nefasto da onda persecutória que é movida contra a Igreja de Cristo.

O direito à liberdade religiosa é universalmente aceito hoje em dia?

O quadro adquire contornos ainda mais preocupantes ao se analisar o seguinte ponto: se o direito à liberdade religiosa é universalmente aceito hoje em dia, por que então esse ataque à verdadeira religião? E mais: sem que autoridades e governos, mídias e meios de comunicação protestem contra tal crime, como a justiça e a defesa dos direitos exigiriam.

Que isso é um desrespeito ao direito à liberdade religiosa dos cristãos, é algo claro por si. Ainda mais quando se sabe que, de acordo com o ensinamento da Igreja, o direito à liberdade religiosa: funda-se na própria natureza humana, que deve livremente aderir à verdade divina (não significa de modo algum a liberdade moral de aderir ao erro); é o direito da pessoa humana à liberdade civil, isto é, de estar imune à coação por parte da autoridade política em questões religiosas; e, por último, este direito humano deve ser reconhecido pela autoridade civil.[15]

Pois bem, os católicos aderiram à verdadeira Religião livremente por acatamento à verdade divina, vivem em seus países em inteira submissão à ordem civil vigente e, no entanto, têm constantemente a rondar seus pescoços as armas dos perseguidores.

Valor universal pode admitir parcialidade?

É de se pensar – não sem transtorno – se a liberdade religiosa seria aplicável a todas as outras religiões, menos à católica. Neste caso, qual o valor de um direito quando, sendo universal, admite tanta parcialidade em sua aplicação? Parece que o crime dos cristãos é justamente o de o serem.

O prejuízo à liberdade da Igreja é imenso. Como instituição fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, Deus e Homem, tem ela o dever e o direito de realizar sua missão, pois que ordenou: “Ide a todos os povos e a todos pregai o Evangelho”. (cf. Mc 16, 15)

Coarctar sua liberdade é impedi-la de ensinar a verdade e condenar o erro, de transmitir aos povos os mandamentos divinos e de espargir sobre o mundo os frutos de caridade e misericórdia daquele que disse: “Eu sou a luz do mundo aquele que me segue não caminha entre as trevas…” (cf. Jo 8, 12)

A Igreja foi quem mais desenvolveu e protegeu o ser humano

O que esperar de um mundo em que a Igreja esteja de mãos e pés atados? Incontáveis são as consequências. Se consideramos primeiramente o bem humano, por exemplo, quem mais protegeu a dignidade humana como a Igreja? Não foi ela a proclamar e defender entre todos igualdade de direitos e deveres, pois que redimidos pelo mesmo sangue de Nosso Senhor?

E o que dizer da ordem civil e social. Considere-se o passado – e os dias atuais –, e ver-se-á o empenho da Igreja em construir hospitais, escolas e orfanatos. Quantas obras de caridade e missões realizadas cujo fim não é senão aliviar a miséria humana e cooperar para o bem-comum. E valores e instituições, como a família e o direito à propriedade, fundamentais para a sociedade, encontram nela sua principal defensora, quando muitos os tentam destruir.

Conversões à força? Onde está a liberdade

E como já afirmado, que o direito à liberdade religiosa é um direito humano, o qual deve ser reconhecido pela autoridade civil, cumpre verificar que, ao se promoveram tal desdita aos cristãos, terminam por lhe tolher todas as suas garantias e liberdades civis. No Paquistão, segundo o documento, muitos são obrigados a converter-se à força ao islamismo, e jovens católicas são vendidas como esposas a chineses, como se troca um objeto no mercado.[16] De pessoa humana portadora de direitos converte-se, por força de ódio religioso, em artefato comercial.

Ora, se consideramos então o abuso dos direitos humanos que isso constitui, porque não se vê a reação das autoridades civis e políticas na defesa destes direitos, iguais para todos, independente de religião, raça ou nação? [17]

Portanto, estamos diante de um fato que extrapola os meros limites de uma questão estritamente religiosa. Adquire, outrossim, também um caráter político e civil. E, infelizmente, a resposta de governos e ministérios parece ser somente a indiferença.

Fato deplorável, pois é se esperar que tal afronta aos direitos básicos do ser humano, fundamentais para o legítimo progresso e ordem de qualquer nação que se preze, despertasse múltiplos auxílios de caridade, protestos de indignação e medidas mais diretas. Por que tanta inércia na defesa destes pobres e humilhados cristãos quando os fatos são como gritos de alarme?

Seria de se perguntar se, por detrás de tudo isso, não haveria algum tipo de interesse astucioso, que se satisfaz perfidamente na decomposição e ruína da Igreja, fonte de verdade e bastião da moral, pois, como diz o ditado, “quem cala, consente”.

*   *   *

Qual deve ser a postura dos católicos face à perseguição?

E aos católicos, o que cabe então?

Aos católicos, não é lícito a indiferença nem o conformismo quando forças se aliam para destruir a Religião, fazendo uso da violência, do abuso do direito e da restrição da liberdade, ou – de modo mais sibilino, mas não menos condenável – atuando por meios de comunicação, mediante calúnias e campanhas de difamação. Quando o que se está em jogo é a Fé e a liberdade da Igreja deve-se estar disposto a tudo.

Talvez o leitor, acostumado à bonomia brasileira, fique com a impressão meio subconsciente, um tanto implícita e vaga, de que isso que falamos é uma situação assaz distante da realidade deste país, diríamos, quase “católico por natureza”. No entanto, aqui e acolá levantam-se já certas forças corruptas que não têm escrúpulo em usar da mentira como meio de ação, ademais inteiramente infensos aos ideais sagrados que a Igreja soube plasmar em nosso povo.

Estas parecem já possuir todos os germens – seja pelo ódio que demonstra nas fátuas acusações seja pela virulência com que dissemina a irreligião – que podem conduzir a uma perseguição religiosa como não se espera.

Lembremos que muitos incêndios provêm de uma simples faísca.

Por Ney Henrique Meirelles

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[1] BENTO XVI. Mensagem para a celebração do XLIV Dia Mundial da Paz, em 1º de janeiro de 2011. Disponível em: <http://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/messages/peace/documents/hf_ben-xvi_mes_20101208_xliv-world-day-peace.html>. Acesso em: 03 jun. 2020.

[2] MARSHALL, Paul; GILBERT, Lela; SHEA, Nina. Perseguidos: o ataque global aos cristãos. Trad. Emirson Justino. 1ª edição eletrônica da versão portuguesa. São Paulo: Mundo Cristão, 2014. p. 29. Paul Marshall é decano do Centro para Liberdade Religiosa do Instituto Hudson em Washington, D.C. Além de escrever livros e inúmeros artigos, já falou ao Congresso e ao Departamento de Estado dos EUA e a muitos outros países sobre liberdade religiosa, relações internacionais e radicalismo islâmico. Nina Shea é diretora do Centro para Liberdade Religiosa e decana no Instituto Hudson. Também autora, é advogada internacional de direitos humanos há trinta anos. Lela Gilbert é autora e editora freelance que já escreveu sozinha ou em coautoria mais de sessenta livros. Membro adjunto do Instituto Hudson, escreve para Jerusalem Post, Weekly Standard e outras publicações. Instruídos por inúmeras viagens internacionais e verificação in loco, o amplo conhecimento sobre a perseguição religiosa em países como Egito, Vietnã, Arábia Saudita, Paquistão, Mianmar, Somália, Indonésia e Iraque constata-se em suas obras.

[3] Documento Perseguitati più che mai. Focus sulla persecuzione anticristiana trai il 2017 e il 2019, publicado pela Aiuto alla Chiesa che soffre, p. 5. Tradução nossa.

[4] Ibid., p. 3.

[5] Ibid., p. 6.

[6] Ibid.

[7] Ibid, p. 7.

[8] Ibid.

[9] Ibid., p. 8.

[10] Ibid., p. 8.

[11] MARSHALL, Paul; GILBERT, Lela; SHEA, Nina. Perseguidos: o ataque global aos cristãos. Op. Cit. p. 30.

[12] Ibid., p. 43.

[13] O Cardeal Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, disse ao Vatican News sobre o assunto: “Se pode também temer um novo Oriente Médio sem os cristãos” e “a presença cristã [no Oriente Médio] sempre foi tida como uma presença que visou o equilíbrio, porque a vida da Igreja está voltada sobretudo a buscar a glória de Deus, manifestando-o no serviço aos irmãos”. Em << https://www.vaticannews.va/it/chiesa/news/2019-10/cristiani-perseguitati-ACS-peggiorano-le-condizioni-africa.html>>.

[14] Documento Perseguitati più che mai. Op. Cit., p. 3.

[15] Cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 2106 – 2108. <Catecismo da Igreja Católica. Parágrafos 2083-2195>

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