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Papa Francisco se reúne com a comunidade congolesa, no Vaticano

O Papa Francisco participou de uma cerimônia com a comunidade congolesa que vive na Cidade Eterna, neste domingo, na Basílica de São Pedro

Redação (03/07/2022 17:00, Gaudium Press) O Papa Francisco presidiu a cerimônia para a comunidade congolesa que mora em Roma neste domingo, 3 de julho.

A Missa em rito zairense foi celebrada por Mons. Paul Richard Gallagher, secretário para a relação com os Estados, na Basílica de São Pedro para os cerca de 2 mil congoleses que moram em Roma.

A Missa no Vaticano acontecia ao mesmo tempo que àquela celebrada pelo Cardeal Pietro Parolin, secretário de estado do Vaticano, na capital congolesa de Kinshasa.

Com efeito, o Pontífice teve que cancelar a viagem apostólica à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul por razões de saúde e por isso presidiu a cerimônia no Vaticano com a comunidade congolesa.

Francisco exortou a simplicidade: “Quanto mais somos livres e simples. Pequenos e humildes, mais o Espírito Santo guia a missão e faz de nós protagonistas de suas maravilhas”.

Durante a homilia, o Santo Padre evocou o evangelho do dia, e explicou que Nosso Senhor envia os discípulos em missão com três surpresas.

Em seguida, o Papa afirmou que o equipamento principal da missão é o irmão: “sempre com o irmão ao seu lado. Nunca sem o irmão, porque não há missão sem comunhão”.

A segunda surpresa da missão é a mensagem. O Santo Padre explicou que devemos ser embaixadores de paz “porque Cristo é a paz”.

Francisco aproveitou para pedir orações pela paz e pela reconciliação na República Democrática do Congo, que sofre atualmente com um conflito civil.

Por fim, a terceira surpresa da missão, segundo Francisco, é o estilo. Enquanto o mundo prega a imposição sobre os outros, Jesus Cristo envia seus discípulos com cordeiros no meio de lobos.

“Isto não significa ser ingênuo, mas abominar todo instinto de supremacia e prepotência, de ganância e de posse”, explicou o Santo Padre. Por fim, Francisco resumiu sua homilia com o seguinte pensamento:

“Que o Senhor nos ajude a sermos missionários hoje, indo na companhia do nosso irmão e da nossa irmã; tendo em nossos lábios a paz e a proximidade de Deus; levando em nossos corações a mansidão e a bondade de Jesus, o Cordeiro que tira os pecados do mundo”. (FM)

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