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Mais tempo no confessionário diminuiria o tempo com psiquiatras?

Muita gente não imagina a beleza que é falar com um sacerdote, abrir o coração e descarregar situações que podem estar nos machucando.

Foto: Cathopic/vytas_sdb-Salesianos de Don Bosco.

Redação (22/06/2022 16:56, Gaudium Press) O delegado do Conselho Pontifício para a Cultura no Vaticano, Dom Carlos Azevedo, em entrevista à CNN Portugal, destacou a beleza do sacramento da confissão e os seus efeitos benéficos para a saúde espiritual e mental.

Relação de confiança entre o fiel e o sacerdote

Segundo o prelado, o que leva os fiéis a se abrirem com os sacerdotes durante a confissão é uma relação de confiança que é criada. Ele frisou ainda que existe uma necessidade nas pessoas de serem ouvidas e sentirem seus problemas sendo acolhidos.

Apesar disso, “muita gente não imagina a beleza que é falar com um sacerdote, abrir o coração e descarregar situações que podem estar nos ferindo. Seriam precisos menos psiquiatras se houvesse mais tempo de confessionário com os padres”, assegurou.

Sacramento da confissão contra a depressão

Falando sobre sua experiência no confessionário, Dom Carlos Azevedo, contou que muitos fiéis encontram acolhimento, compreensão e compaixão no sacramento da confissão, acabando por gostar mais deles mesmos e superando momentos de depressão.

Dom Carlos Azevedo está em Roma desde o ano de 2011, onde trabalha no departamento dos bens culturais (arquivos, biblioteca, museus e toda a parte de patrimônio imaterial), mesma área em que atuava em Portugal como professor. (EPC)

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