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Igreja Matriz de Ouro Branco (MG) será restaurada

Construído no século XVIII pelas Irmandades do Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e São Benedito, o templo foi tombado pelo Iphan em 1949.

Minas Gerais – Ouro Branco (19/05/2021 14:27, Gaudium Press) A Igreja Matriz de Ouro Branco, localizada na Região Central de Minas Gerais, passará por um processo de restauração que será custeado por recursos federais do fundo de direito difuso do Ministério da Justiça

As obras de restauro, que foram autorizadas na última quinta-feira, 13, contam com apoio do Governo de Minas Gerais, Iepha, Iphan, Caixa Econômica Federal, Arquidiocese de Mariana e Conselho Municipal de Políticas Culturais de Ouro Branco.

Um exemplar barroco singular do século XVIII

O secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira e o vice-governador Paulo Brant, estiveram presentes na cerimônia de assinatura da ordem serviço. Em seguida, visitaram diversos monumentos na sede municipal de Ouro Branco e no distrito de Itatiaia.

“A Matriz de Santo Antônio é um exemplar barroco singular do século XVIII e está localizada na região do Ciclo do Ouro, tão significativa para a história de Minas Gerais e do Brasil. Nesse momento de retorno gradual da atividade econômica do turismo, o patrimônio das cidades históricas mineiras torna-se ainda mais importante. No nosso estado, mais de 70% do turismo é cultural e o patrimônio se destaca nesse sentido”, afirmou Leônidas Oliveira.

Igreja Matriz de Santo Antônio tombada pelo Iphan

A Igreja Matriz de Santo Antônio foi construída no século XVIII pelas Irmandades do Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e São Benedito. Seu interior é revestido por pinturas do Mestre Ataíde.

O templo foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), no ano de 1949. O documento mais antigo da Matriz de Ouro Branco é a certidão do primeiro casamento que teria ocorrido na Igreja em 1717.

No ano de 1745, segundo especialistas, o altar de Nossa Senhora do Rosário e o altar de São Miguel e Almas foram revestidos de ouro pelo mestre pintor Antônio de Caldas. Em 1754 os residentes da paróquia assinaram uma petição para o douramento do altar-mor, o que ocorreu no ano seguinte após autorização do ouvidor geral. (EPC)

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