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França cheira a morte: aborto até os nove meses de gestação é aprovado

Com uma votação de 60 contra 37, os legisladores franceses permitiram o aborto em qualquer momento da gestação por “angústia psicossocial”

França – Paris (11/08/2020 11:52 [atual. 12/08/2020], Gaudium Press) O cheiro da morte se espalha pela França. De fato, embora fosse de se esperar que com a discussão do projeto de lei que modificava as normas bioéticas no país gaulês os princípios cristãos fossem atacados, eram muitos os que não acreditaram que a Assembleia Nacional Francesa abriria praticamente de forma total as portas do aborto. Mas foi o que ocorreu, no dia 1º de agosto.

Aborto permitido em qualquer momento da gestação

Com uma votação de 60 contra 37, os legisladores franceses permitiram o aborto em qualquer momento da gestação, se a mãe estiver passando por uma “angústia psicossocial”, expressão nebulosa pela qual se pode inserir o desejo de qualquer pessoa de fazer um aborto.

A Assembleia Nacional Francesa tem mais de 500 membros, mas para esta discussão de extrema importância na vida do país, somente estavam presentes por volta de 100 deputados. Também se critica o pouquíssimo tempo de discussão: 25 horas. Sintomas inequívocos de que a ordem de prioridades nas mentes legislativas está bastante alterada.

Além disso, foram aprovadas outras modificações contrárias à bioética cristã: a procriação artificial para lésbicas, a cargo dos contribuintes, e a modificação genética de embriões.

“É a maneira pela qual as civilizações morrem”

“É assim que as civilizações morrem e se aniquila o gênio dos povos”, afirmou o Bispo de Montauban, Dom Bernard Ginoux, ao conhecer a notícia. Ele também disse que as futuras gerações “se encontram em grande perigo”.

A aprovação na Assembleia Nacional dessas modificações na lei de bioética fazem que isto já seja quase uma realidade, pois só falta o trâmite no Senado, que já é considerado um fato, e que se daria antes do final do ano.

Holocausto de inocentes

A aprovação dessas normas permite prever que o número de abortos “legais” na França, que hoje são na ordem de 220 mil, aumentará consideravelmente.

“[Os deputados] permitiram a adoção de um texto equilibrado em um debate pacífico”, declarou o presidente francês Macron, grande promotor das reformas. Com ‘equilíbrio’ saudado pelo governo francês, se abre mais a porta para o holocausto de inocentes.

Sente-se o aroma da morte na França.

(Gaudium Press/ Saúl Castiblanco)

Com informações de Breitbart

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