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Coreia do Sul: Arquidiocese de Seul atinge marco histórico de mil sacerdotes

Impulsionada pela oração e pelo apoio da comunidade, a Igreja sul-coreana contrapõe a escassez de vocações vivas no Ocidente ao fortalecer a formação de seus padres.

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Seul – Coreia do Sul (24/08/2026 10h50, Gaudium Press) A Arquidiocese de Seul, na Coreia do Sul, alcançou o marco histórico de mil sacerdotes diocesanos. Apesar do número apresentado de contabilidade de atividades e exercícios, ele ainda é relevante no contexto atual. Estes dados foram divulgados pela Associação de Apoio Vocacional por ocasião das celebrações festivas pelo seu aniversário de cinquenta anos.

Os três pilares da Associação de Apoio Vocacional

De acordo com o Arcebispo local, Dom Peter Chung Soon-taick, este importante resultado não é fruto de um plano pastoral feito em um escritório, mas sim do esforço contínuo da fé ao longo do meio século. “Pela graça de nosso bom e amoroso Pai, e por meio de seu cuidado, seu apoio e suas generosas contribuições, alcançamos um momento histórico”, comentou o prelado.

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Ao longo do seu trabalho, a Associação de Apoio Vocacional investe em três pilares: o espiritual, por meio do qual são oferecidas Santas Missas e orações pedindo novas vocações ao sacerdócio; o financeiro, que capta doações destinadas ao sustento de material dos seminaristas durante seus anos de formação; e o comunitário e formativo, que acompanha o futuro sacerdote e o conecta ao povo que ele servirá.

As vocações sacerdotais excepcionais são cuidadas e cultivadas

Segundo Dom Chung Soon-taick, esses três pilares fundamentais são dispensáveis ​​ou substituídos pelos outros dois. Ele destaca que, embora as vocações sacerdotais sejam uma dádiva de Deus, essas graças também precisam ser cuidadas e cultivadas para que atinjam sua plenitude.

Estes dados devem ser compreendidos dentro do contexto do catolicismo na Coreia do Sul. O primeiro sacerdote coreano, Santo André Kim Dae-geon, morreu como mártir no ano de 1845, pouco depois de sua ordenação, tornando-se o Santo padroeiro do clero coreano e uma referência essencial para os seminaristas locais.

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Crescimento baseado na oração e na formação doutrinária

Além disso, atualmente, a Arquidiocese de Seul conta com uma população de mais de 1,5 milhão de católicos. Há dois anos, estimava-se que houvesse um sacerdote para cada 1.385 votos neste país asiático, o que é uma proporção relativamente baixa se comparada com a média apresentada em outros países pelo mundo.

É relevante contrastar esse florescimento vocacional com o cenário apresentado por inúmeras Dioceses alemãs e europeias que vêm fundando paróquias, fechando seminários e substituindo sacerdotes por equipes pastorais de leigos contratados para lidar com a escassez de vocações no continente europeu. Analistas apontam que a Igreja sul-coreana tem guardadas práticas fundamentais para se expandir: rezar pelas vocações, apoiá-las financeiramente e oferecer uma formação verdadeiramente católica. (EPC)

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