Clero italiano fará vigília e se encontrará com o Papa Leão XIV em dezembro
Iniciativa promovida pela CEI busca fortalecer a união entre os sacerdotes e reavivar o compromisso com a missão pastoral em tempos de responsabilidades crescentes.
Cidade do Vaticano (30/07/2026 12:02, Gaudium Press ) No dia 11 de dezembro o clero italiano se reunirá para um momento de reflexão e uma vigília de oração por ocasião do primeiro aniversário da Carta Apostólica ‘Uma fidelidade que gera futuro’, publicada no aniversário de 60 anos dos Decretos conciliares ‘Optatam totius’ e ‘Presbyterorum Ordinis’. Os sacerdotes italianos serão encontrados com o Papa Leão XIV no dia seguinte, 12.
Oportunidade de comunhão, oração e fraternidade
Em carta enviada aos Bispos, o presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), o Cardeal Matteo Zuppi, ressaltou que este evento é “uma oportunidade preciosa de comunhão, oração e fraternidade”, para “renovar nossa adesão a Cristo e a disposição de servi-Lo na Igreja e nas pessoas que nos são confiáveis.
O purpurado recordou ainda que os dois Decretos conciliares ‘Optatam totius’ e ‘Presbyterorum Ordinis’, ao manterem “toda a sua atualidade”, ajudaram “a preservação o ministério presbiteral no vínculo vivo com Cristo e com a Igreja, na comunhão com o Bispo, na fraternidade do presbitério e no serviço ao Povo de Deus. Não somos chamados apenas a recordar, mas a acolher uma missão para o presente e para o futuro”.
Nenhum pastor vive só: o valor da oração e da unidade
Também são reconhecidos por Cardeal Zuppi a generosidade dos sacerdotes italianos e “a humildade fidelidade com que, todos os dias, anunciam a Palavra, celebram a Eucaristia, acompanham as pessoas e cuidam das comunidades”. Ele não deixa de lado “as dificuldades, a solidão, o desânimo e o peso das responsabilidades cada vez maiores. Não queremos esconder essas dificuldades, mas tampouco permitir que elas tenham a última palavra”.
Na mensagem, o presidente da CEI destacou “a necessidade de nos apoiarmos juntos, de nos apoiarmos e de reencontrarmos a alegria do chamado, certo de que o encontro com o Papa ajude a nos sentirmos confirmados na Fé, encorajados na missão e unidos na comunhão. Nenhum pastor vive e serve sozinho: precisamos uns dos outros, da oração em comum, da escuta e de uma fraternidade concreta que sustente a fidelidade e gere futuro”. (EPC)





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