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Cardeal Parolin emite decreto que exige passaporte da vacina no Vaticano

Um funcionário que não tenha o passaporte da vacina ou um certificado de teste negativo para Covid não poderá acessar o local de trabalho e será considerado como “ausente injustificado”.

Redação (28/09/2021 16:44, Gaudium Press) Hoje o Cardeal Secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, assinou o decreto que obriga os funcionários a portar o passaporte da vacina dentro do território do Vaticano ou um certificado de negatividade do coronavírus, cujo custo correrá por própria conta.

A disposição entra em vigor em 1º de outubro e será controlada pelo Corpo da Gendarmaria vaticana.

Os colaboradores que não cumprirem a medida “não terão acesso ao local de trabalho e serão considerados como ausentes sem justificativa. Enquanto durar a ausência, nada deve ser pago, exceto os recolhimentos previdenciários e da assistência social, bem como o auxílio à família”.

O atual decreto se refere à portaria de 18 de setembro, assinada pelo presidente da Pontifícia Comissão do Estado da Cidade do Vaticano, Cardeal Bertello, que exigia essas condições a quem quisesse entrar no território vaticano, exceto para atos litúrgicos e audiências na Sala Paulo VI.

Passaportes válidos para transitar no Vaticano será o Green Pass do Vaticano ou da Europa, ou um certificado de vacinação contra Covid válido.

Detalhando a quem se destina o decreto emitido hoje: “aplica-se a todo o pessoal (superiores, funcionários e auxiliares) dos dicastérios, organismos e gabinetes que integram a Cúria Romana e das instituições ligadas à Santa Sé, e estende-se aos colaboradores externos e a quem exerce qualquer outra função nos mesmos organismos, ao pessoal de empresas externas e a todos os visitantes e usuários”.

 

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