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Bispos Europeus pedem que fiéis rezem pela paz na Ucrânia

Os Bispos Europeu expressaram apoio à Ucrânia e pediram que os fiéis de todo mundo rezem pela paz no Leste Europeu

Redação: (22/01/2022 09:15, Gaudium Press) O Conselho das Conferências Episcopais Europeias (CCEE)  emitiu um comunicado no qual se solidariza com o povo ucraniano e se manifesta preocupado com a crescente tensão militar da Rússia contra a Ucrânia.

O documento assinado pelo Arcebispo Gintaras Grušas, de Vilnius (Lituânia) e presidente da CCEE, pede à comunidade internacional que apoie a Ucrânia diante da ofensiva militar russa:

“Juntamente com o Santo Padre, queremos pedir aos governos que encontrem ‘soluções aceitáveis ​​e duradouras’ na Ucrânia, baseadas no diálogo e na negociação e sem recorrer às armas”, afirma o comunicado.

Solução pacífica através do diálogo

Com efeito, o documento recordou um recente discurso de Francisco ao corpo diplomático: “A confiança recíproca e a disponibilidade para dialogar com calma devem inspirar também todas as partes envolvidas para que se encontrem soluções aceitáveis ​​e duradouras na Ucrânia…”

O documento não deixou de recordar as trágicas guerras do passado, bem como a necessidade de respeitar o direito internacional e a soberania territorial dos países.

Por fim, os Bispos pedem que os cristãos de todo o mundo rezem para que a paz na Ucrânia seja obtida exclusivamente pelo diálogo.

Nas últimas semanas, o Papa Francisco também tem-se mostrado preocupado com o conflito ucraniano e sempre pede que a solução seja dialogada.

Histórico do conflito e ameaça iminente

O conflito entre a Rússia e a Ucrânia começou em fevereiro de 2014, com a anexação da península da Criméia pela Rússia, no leste ucraniano.

Entre abril de 2014 e 2020, 1,5 milhão de pessoas foram deslocadas dentro da Ucrânia, por causa do conflito; 3.350 civis foram mortos e 7 mil feridos. Em 2020, as duas nações concordaram com um cessar fogo.

Contudo, estima-se que haja cerca de 100 mil soldados russos na fronteira com a Ucrânia. Militares da inteligência americana consideram que os soldados russos estão preparados para uma ofensiva. (FM)

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