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Bispo de Regensburg volta a criticar o Caminho Sinodal Alemão

 Desta vez, ele o faz por não respeitar o acordo de abordar prontamente o uso da linguagem de gênero na Igreja.  

Redação (11/01/2022 18:47, Gaudium Press) O bispo de Regensburg, na Alemanha, Mons. Rudolf Voderholzer, voltou a atacar a direção do chamado Caminho Sinodal Alemão.

Desta vez, o motivo parece procedimental, mas é claro que tem um sério contexto.

Em carta aberta, o prelado afirma que a Diretoria do Caminho Sinodal  ignorou os acordos com os delegados sobre o que ia ser tratado na próxima reunião, em particular, o debate sobre o que se conhece como ‘linguagem de gênero’.

A diretoria adiou esse debate para a quarta reunião da Assembleia Sinodal, quando, na segunda reunião da assembleia, tinha sido definido que o debate seria na terceira sessão, ou seja, aquela que vai ser realizada em fevereiro de 2022.

A decisão de adiar até a quarta sessão foi tomada pela presidência sem contar com a assembleia, o que o bispo chamou de negação de “práticas democráticas básicas”.

Uso abusivo da chamada linguagem de gênero

Em novembro passado, o presidente da Associação da Língua Alemã, Walter Krämer, tomou a triste decisão de renunciar à Igreja Católica, movido pelo “aumento do uso da linguagem de gênero”, com o qual “a Igreja Católica está se distanciando os fiéis “.

“Em vez de estar ao lado dos fiéis e falar sua língua, a Igreja Católica prefere seguir uma corrente que abre uma brecha nas relações interpessoais”, afirmou na ocasião.

Concretamente, Krämer acusou o bispo de Hildesheim, Mons. Heiner Wilmer, de “complacência indigna” com a ideologia de gênero. O pedido de Kramer para pagar o imposto eclesiástico em outra diocese foi negado.

Em um momento em que muitas outras preocupações deveriam povoar as mentes dos hierarcas, Kramer alegou que a “Igreja não tem outra coisa para fazer a não ser promover uma linguagem supostamente apropriada a favor da ideologia de gênero como portadora da salvação”.

Com informações Infocatolica.

 

 

 

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