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Biden, o Presidente americano mais pró-aborto da História

Biden se opõe a quaisquer restrições ao aborto, enquanto a maioria dos americanos têm uma posição diferente.

Foto: Whitehouse.gov

Foto: Whitehouse.gov

Redação (25/01/2024 09:54, Gaudium Press) Em um evento abortista no qual participou, o presidente americano Joe Biden expressou seu desejo por “uma Câmara dos Deputados democrata e um Senado de maioria democrata, onde aprovaremos uma nova lei restaurando e protegendo a Roe v. Wade, e eu a assinarei imediatamente”.

Em uma decisão histórica da Suprema Corte dos Estados Unidos, no caso Roe v. Wade, o aborto foi legalizado no país. No entanto, essa decisão foi revogada pela atual Suprema Corte há cerca de um ano e meio. As declarações de Biden foram feitas em vista das eleições que ocorrerão em 5 de novembro, quando os Estados Unidos irão eleger além do presidente todos os 435 assentos na Câmara dos Representantes e 34 dos 100 assentos no Senado.

Atualmente, os Republicanos detêm a maioria na Câmara dos Representantes, enquanto no Senado, embora superem os Democratas com uma cadeira a mais, geralmente se encontram em minoria devido aos votos dos três independentes.

Biden também prometeu, durante sua gestão, vetar qualquer projeto de lei que limite o aborto: “Enquanto eu estiver na presidência, saibam que vetarei qualquer projeto de lei nacional que vise proibir o aborto, caso seja aprovado pelo Congresso”.

Porém, a posição de Biden não reflete a da maioria dos americanos. De acordo com uma pesquisa recente da Universidade Marista, dois terços dos entrevistados (66%) são a favor de leis que restrinjam o aborto. Além disso, seis em cada dez entrevistados acreditam que a primeira restrição ao aborto, quando permitido, deveria ser aplicada nos primeiros três meses de gravidez.

A pesquisa também revelou que 83% dos entrevistados apoiam centros de recursos à gravidez que oferecem suporte às futuras mães durante a gravidez e após o nascimento de seu bebê, e que dois terços dos americanos acreditam que profissionais de saúde com objeções religiosas ao aborto não devem ser legalmente obrigados a realizá-los, enquanto 86% acreditam que as leis podem proteger tanto a mãe quanto o nascituro.

Com informações Lifenews.com

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