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Ano Scalabriniano é encerrado com missa no Santuário Nacional de Aparecida

A família Scalabriniana tem a missão de anunciar, profetizar, animar, abençoar, consolar, reconciliar, defender, indicar caminhos na vida dos migrantes e refugiados.

Foto: Reprodução/Youtube Santuário Nacional de Aparecida.

São Paulo – Aparecida (07/11/2022 15:39, Gaudium Press) Através da celebração de uma Santa Missa no Santuário Nacional de Aparecida, a família Scalabriniana encerrou na manhã do último domingo, 06, o ano dedicado ao seu fundador, beatificado há 25 anos e canonizado em outubro deste ano pelo Papa Francisco.

A santidade só existe perante o amor fraterno

“A família Scalabriniana tem a missão de anunciar, profetizar, animar, abençoar, consolar, reconciliar, defender, indicar caminhos na vida dos migrantes e refugiados. O ano Scalabriniano foi para esta família religiosa o encontro com Jesus”, afirmou o Irmão Carlos José, Missionário Redentorista, no início da cerimônia religiosa.

Durante sua homilia, o Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, ressaltou que a santidade só existe perante o amor fraterno e como condução da missão. Além disso, ela humaniza, pois conduz a ajuda dos pobres necessitados e de quem mais for, pois se ama o próximo.

Foto: Reprodução/Youtube Santuário Nacional de Aparecida.

Bem-aventurados os scalabrinianos e as scalabrinianas

Citando São João Batista Scalabrini, fundador da família Scalabriniana, o prelado destacou que a humanidade dos santos. “Quanta humanidade, sentindo a dor dos migrantes, com tanto humanismo, mas assim são todos os Santos, tão humanos que todo Santo diz assim ‘eu sou um pecador’, olha a humildade do Santo”.

Por fim, Dom Orlando agradeceu a toda a Família Scalabriniana por todo o trabalho que fazem pelos migrantes e refugiados. “Bem-aventurados vocês, scalabrinianos, scalabrinianas, bons anjos de nossas irmãs e irmãos, tão feridos injustamente, por causa da guerra, da fome, e de tantos problemas e vocês estão acolhendo nos seus braços os milhões de migrantes lá da Ucrânia, da Venezuela aqui no Brasil, do Haiti, são esses os pais e as mães dessa gente ferida”, concluiu. (EPC)

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