Arcebispo escocês recorda chamado para rezar pelos comunicadores
Glasgow – Escócia (Segunda-feira, 02-06-2014, Gaudium Press) Dom Philip Tartaglia, Arcebispo de Glasgow e Presidente da Conferência dos Bispos da Escócia dedicou uma mensagem especial para recordar aos fiéis católicos o dever de orar pelos comunicadores sociais, promovido especialmente pela Igreja universal na Jornada Mundial das Comunicações Sociais celebrada no dia 1º de junho. O prelado pediu também para que se reflita sobre a própria responsabilidade sobre a comunicação em todos os níveis. “É bom fazer uma pausa ocasionalmente e perguntarmos se em nossas comunicações estamos transmitindo a Jesus Cristo, seus valores e sua mensagem”, recomendou o Arcebispo.
Dom Tartaglia recordou alguns aspectos da mensagem do Santo Padre Francisco para esta Jornada, como o é seu interesse para que a presença de Cristo se faça manifesta nas novas tecnologias e redes sociais onde cada vez mais se concentra a atividade comunicativa, onde há “homens e mulheres buscando salvação ou esperança”. O Pontífice, recordou, vê na Internet outro lugar onde o Evangelho deve chegar “até os confins da terra”.
O Arcebispo fez um chamado a exercitar a proximidade nas comunicações, entendendo este conceito desde o amor ao próximo, e a manter a paciência, que para o prelado “não frequentemente se aplica na selva de opiniões e insultos” que podem empestear os novos espaços de comunicação. Dom Taglia, também recordou que a comunicação cristã deve ser “bálsamo que alivia a dor, e um vinho fino que alegra os corações”, segundo a expressão do Santo Padre. Esta disposição de atender caritativamente é uma luz autêntica, que não é produto de aparências, cosméticos ou efeitos especiais, e que pode iluminar os novos espaços digitais.
O prelado concluiu sua mensagem com três pedidos. O primeiro é refletir sobre a própria comunicação de Jesus Cristo aos demais na vida diária, o segundo é “rezar pelos nossos comunicadores católicos, cuja tarefa é navegar nos perigos do mundo dos meios e apresentar a mensagem da Igreja com todo seu frescor e beleza”, e, finalmente, contribuir na coleta da dita Jornada. Os recursos que a Igreja obtêm nesse dia “nos permitem responder a exigência que a imprensa nos faz, empreender novas iniciativas e levar a mensagem e os valores de Jesus Cristo ao mutável mas muito influente mundo dos meios”. (GPE/EPC)





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