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“Matar é uma aberração”, ressalta Bispo espanhol

Madri – Espanha (Terça-feira, 01-04-2014, Gaudium Press) Clareza, amabilidade, inteligência, todas dotes que o caracterizam, foram empregados por Dom José Ignacio Munilla, Bispo de San Sebastián (Espanha), para desmontar os argumentos pró-aborto que foram expostos em entrevista no canal ETB2.dom_jose_ignacio_munilla.jpg

Favorecer o aborto, é mergulhar a sociedade no egoísmo; esse desprezo da vida humana nascente conduz a autodestruição: “Se não respeitamos a vida, não é possível a democracia”, assinalou o prelado.

O bispo destacou o trabalho da Igreja no acompanhamento da mulher grávida e disse que a sociedade tem que se preocupar em ajudá-la de todas as formas possíveis. Dom Munilla também falou do projeto Raquel, atenção espiritual às mulheres que abortaram e que continuam sofrendo as sequelas espirituais, psicológicas e físicas desse fato. “A mulher já é mãe, desde a concepção e terá um filho vivo ou morto”, expressou.

“Há uma grande incoerência em que sejamos tão sensíveis à ecologia animal e tão insensíveis ao respeito pela vida humana”, denunciou o Bispo. Dom Munilla não duvidou em nenhum momento em ser politicamente incorreto, pois “precisamos ser sacudidos diante de nossos incoerências”. Igualmente recordou que a primeira legislação ambiental foi realizada por Hitler na Alemanha, em novembro de 1934, o mesmo que matou milhões de vidas humanas nos campos de concentração.

O bispo também destacou que as políticas abortistas causam o desequilíbrio de 120 milhões de mulheres a menos do que homens, que estão vivos hoje. (GPE/EPC)

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