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Relíquia de São Luís Orione percorre cidade de Dourados (MS)

Dourados – Mato Grosso do Sul (Quinta-feira, 27-02-2014, Gaudium Press) “O pai dos pobres, benfeitor da humanidade sofredora e abandonada”, assim foi considerado São Luís Orione, pelo Papa Pio XII.

No ano passado, a Família Orionita no Brasil celebrou o centenário de sua chegada às terras brasileiras.sao_luis_orione.jpg

Em Dourados, cidade localizada no Estado do Mato Grosso do Sul, a relíquia com o sangue do Santo chegou nesta terça-feira, 25, na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, situada na Vila São Braz.

O relicário foi trazido pelo pároco da igreja, Padre Renaldo, vinda de Campo Grande.

A primeira visita à relíquia que contém o sangue de São Orione foi realizada pelas irmãs orionitas e pelos membros da instituição missionária Fundação Terceiro Milênio.

A relíquia ficará na paróquia para visitação popular até o dia 9 de março. Porém, na segunda-feira, 03, ela estará nos estúdios da Rádio Coração, veículo católico de comunicação.

Já na terça-feira, 10, às 17h, será celebrada uma Missa na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, seguida pela carreata da relíquia que sairá pelas ruas da cidade sul mato-grossense.

São Luís Orione

Nascido em Pontecurone, localizado na região de Piemonte, na Itália, Luís Orione era um sacerdote italiano. Ordenou-se religioso em 1895, onde em 1889, fundou a Pequena Obra da Divina Providência, que reuniu religiosos empenhados em pregar o Evangelho e em obras caritativas para auxiliar os mais pobres.

Foi canonizado em 16 de maio de 2004 pelo Papa João Paulo II, Antes, havia sido proclamado Beato desde o seu sepultamento na cripta do Santuário Nossa Senhora da Guarda em 1980, em Tortona.

O legado de São Luís Orione continuou, gerando novos missionários orionitas, que através do Evangelho e dos atos caritativos e misericordiosos, levam aos pobres o conforto e a palavra de salvação, difundindo o amor a Deus e à Igreja entre os povos e as classes trabalhadoras.

No Brasil, os primeiros orionitas chegaram em 1913, recebidos no porto de Santos.

Em carta conjunta anunciando o Ano Missionário, Irmã Maria Mabel Spagnuolo, superiora-geral das pequenas das Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade (PSMC), e Padre Flávio Peloso, superior-geral da Divina Providência (FDP), relatam que “aquela partida (para o Brasil) foi a primeira abertura da Congregação além das fronteiras da Itália. A tantos outros povos, chegou sucessivamente o abraço de Dom Orione”. (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Diocese de Dourados

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