Cardeal Salazar inaugura Congresso sobre a Fé no Equador
Bogotá – Colômbia (Segunda-feira, 18-11-2013, Gaudium Press) O Arcebispo de Bogotá e presidente da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC), Cardeal Ruben Salazar Gomez inaugurou na última quarta-feira, 13, o Congresso Nacional sobre a Fé, evento que encerra o Ano da Fé no país.
Com uma discurso inaugural para os participantes do Congresso, que foi organizado pela Conferência Episcopal Equatoriana com o lema “Caminhar, edificar e confessar”, o purpurado recordou que a Fé é um caminho que, à luz dos ensinamentos de Jesus, ilumina a vida de cada cristão e da Igreja.
“A Fé é um caminho de cada um dos crentes e da comunidade como tal. É o que o Papa Francisco expressou em sua homilia aos Cardeais no final do conclave: ‘Caminhar: nossa vida é um caminho e quando nós paramos, algo está errado. Caminhar sempre, na presença do Senhor, à luz do Senhor, tentando viver com a honestidade que Deus pediu à Abraão em sua promessa”, assinalou o Arcebispo colombiano.
O prelado explicou que um símbolo deste caminhar na Fé é a passagem do Evangelho do Caminho de Emaús: “O caminho de Emaús se torna assim símbolo do caminhar de cada um dos cristãos como crentes e de toda a Igreja como uma comunidade de Fé: caminho que tem em si mesmo muitos passos que iluminam aspectos diferentes e que ao mesmo tempo, o compreendem como um todo”.
Neste sentido, tomando como base a passagem de Emaús, o Cardeal Salazar definiu o caminho da Fé através de várias categorias: “o caminho, o diálogo entristecido, a Palavra que interpela, a mesa compartilhada, a abertura dos olhos e o ardor do coração, o retorno e o diálogo testemunhal”. E convidou a realizar uma releitura da passagem evangélica interpretando-o “como um paradigma de Fé e, ao mesmo tempo, com a intenção de assinalar as implicações e os desafios concretos que apresenta a evangelização que nos conduz a uma autêntica vivência do caminho de Fé”.
Ao finalizar seu discurso, o purpurado assinalou que o Congresso é uma oportunidade não só para fortalecer a Fé, mas também para lançar o “novo impulso evangelizador que a Igreja necessita em meio a um mundo que mudou radicalmente nos últimos anos”. (EPC)





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