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26 ex-presidentes da Espanha e da América Latina condenam a perseguição à Igreja na Nicarágua

São 26 ex-presidentes da Espanha e da América Latina, pertencentes à Iniciativa Democrática da Espanha e das Américas (IDEA-Democrática).

Redação (18/08/2022 16:47, Gaudium Press) 26 ex-presidentes da Espanha e da América Latina, pertencentes à Iniciativa Democrática da Espanha e das Américas (IDEA-Democrática), publicaram uma “DECLARAÇÃO SOBRE O REGIME ORTEGA-MURILLO E A PERSEGUIÇÃO AGRAVADA DA LIBERDADE DE RELIGIÃO NA NICARÁGUA”.

A argumentação que utilizam em suas fortes críticas ao regime de Ortega é de âmbito do Direito Constitucional, particularmente em defesa da “liberdade de consciência e de religião” que, segundo afirmam, “faz parte estrutural dos direitos humanos e do desenvolvimento da personalidade de cada indivíduo”.

Esses ex-presidentes invocam, para tal defesa, a Declaração Americana de Direitos Humanos e a Declaração de São Francisco de 1945, que buscavam lançar as bases de uma ordem internacional de paz após a Segunda Guerra Mundial.

Eles chamam o atual regime que governa a Nicarágua, “a primitiva ditadura de Ortega-Murillo”, que, depois de perseguir a liderança civil que se opõe a ela, agora “avança na perseguição a líderes episcopais, sacerdotes e religiosos católicos, até mesmo expulsando-os – como no caso das emblemáticas Missionárias da Caridade – do território nacional”.

A declaração desses ex-presidentes insta a opinião pública da Espanha e América Latina a continuar a rejeitar esse regime e a expressar sua censura a todos os seus abusos.

Esta foi a quarta declaração de ex-presidentes do grupo IDEA sobre a dramática situação na Nicarágua.

Os signatários são:

Oscar Arias, Costa Rica; José Maria Aznar, Espanha; Nicolas Ardito Barletta, Panamá; Felipe Calderón, México; Rafael Angel Calderón, México; Laura Chinchilla M., Costa Rica; Alfredo Cristiani, El Salvador; Iván Duque Márquez, Colômbia, Vicente Fox Q., México; Federico Franco, Paraguai; Eduardo Frei R., Chile; Lucio Gutierrez, Equador; Osvaldo Hurtado L., Equador; Luis Alberto Lacalle H., Uruguai; Maurício Macri, Argentina; Jamil Mahuad W., Equador; Mireya Moscoso, Panamá; Carlos Mesa G., Bolívia; Andrés Pastrana, Colômbia; Sebastião Piñera, Chile; Jorge Tuto Quiroga, Bolívia; Miguel Ángel Rodríguez, Costa Rica; Julio Maria Sanguinetti, Uruguai; Luis Guillermo Solis, Costa Rica; Álvaro Uribe V., Colômbia; Juan Carlos Wasmosy, Paraguai.

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