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Cardeal Tempesta escreve carta referente ao Ano Nacional Mariano

Rio de Janeiro (Segunda-feira, 17-10-2016, Gaudium Press) Na última quarta-feira, 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, o Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Orani João Tempesta, divulgou sua Carta Pastoral sobre o Ano Nacional Mariano, intitulada “Maria, Mãe e Mestra da Igreja”.

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Cardeal Orani Tempesta erguendo a Imagem de Aparecida | Foto: Arquidiocese do Rio de Janeiro

Logo no início do texto, Dom Orani felicita os fiéis pelo Ano Mariano, instituído pela CNBB em vista das comemorações pelos 300 anos do encontro da Imagem de Aparecida nas águas do Rio Paraíba do Sul:

“Amados filhos e filhas, é com imensa alegria que vimos anunciar a todos o Ano Mariano, proclamado pela CNBB e jubilosamente recebido por nossa Sé Arquidiocesana. A iniciar-se no próximo dia 12 de outubro, solenidade de Nossa Senhora Aparecida, e encerrar-se em 11 de outubro de 2017, o Ano Mariano será uma grande oportunidade para nos voltarmos para a Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe. Com este sublime objetivo de honrar a Santíssima Virgem no ano a Ela consagrado, repetimos as palavras do grande Pio XII, quando decretou um ano consagrado à Virgem Maria para toda Igreja: “essa celebração secular não deve apenas fortalecer no ânimo de todos os fiéis a fé católica e a piedade ardente para com a virgem Mãe de Deus, mas também levar especialmente os costumes dos cristãos à imitação da Virgem”.

Em seguida, o purpurado deseja “que este Ano Jubilar, hoje iniciado, seja para todos nós tempo propício de conversão. E aqui reforçamos o apelo do Sumo Pontífice a fim de que, para vivermos real e verdadeiramente o Ano Mariano, reforcemos nossa piedade e amor para com a Mãe de Deus através da prática da imitação de suas virtudes. Afinal, Ela é o ‘Speculum Justitiae’, que reflete com perfeição a vontade de Deus. Imitemos, pois, Maria Santíssima, com a certeza de que estaremos seguindo Jesus Cristo Nosso Senhor”.

Ainda na mensagem, o Cardeal Tempesta aborda os estudos mariológicos, referentes à vida de Maria Santíssima:

“A Santa Igreja jamais deixou de refletir sobre o papel de Maria Imaculada na obra da nossa salvação. Já os primeiros escritos dos pensadores cristãos mencionavam a Virgem Maria. E, ao longo dos séculos, a missão e a pessoa de Maria Santíssima se tornou assunto corrente nos tratados de Teologia. As fontes para uma verdadeira reflexão mariológica não poderiam ser outras senão as Escrituras Sagradas e a Tradição. Ambas são fontes riquíssimas e quase inesgotáveis para o desenvolvimento de uma legítima Mariologia”, escreve.

“Já nos primórdios do Cristianismo, os Padres da Igreja e os demais teólogos sublinharam aqueles que seriam os temas mais importantes para a doutrina sobre a Mãe do Senhor: a Maternidade Divina, a Virgindade Perpétua, a Assunção e a sua eminente Santidade. Portanto, é inquestionável a importância da Virgem Mãe não só para a piedade popular, mas também para a reflexão teológica”, acrescenta. (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Arquidiocese do Rio de Janeiro

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