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Milhares de soldados empunham o Santo Rosário em Peregrinação Internacional a Lourdes

Lourdes – França (Quinta-feira, 22-05-2014, Gaudium Press) O Santuário de Nossa Senhora de Lourdes (França) foi a sede de uma chamativa peregrinação: entre os dias 16 e 18 de março os uniformes militares de mais de 36 países inundaram o lugar e deram um caráter especial às procissões e demais atos de devoção. No total, mais de 12 mil membros das distintas Forças Armadas participaram na Peregrinação Internacional a Lourdes, que chegou em 2014 a sua 56ª edição. Muitos deles foram feridos durante seu dever e padecem de necessidades, pelas quais se aproximam da Santíssima Virgem em um lugar no qual milhares de enfermos encontraram saúde e consolo.

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“A paz é preciosa, mas frágil”, expressou o Santo Padre Francisco em uma mensagem dirigida especialmente a esta peregrinação através do Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin. “Os soldados tem um papel insubstituível na construção da paz quando se põem ao serviço das pessoas para garantir a ordem e restaurar a segurança”. O lema da Peregrinação para 2014 foi “Servidor de Cristo. Servidor da Paz”, e o Papa o explicou agradecendo a entrega dos militares a esta missão: “Servir a Cristo inevitavelmente nos leva a servir a paz porque é nEle que nos fazemos irmãos e irmãs, capazes do diálogo e paz”.santo_rosario_2.jpg

A Peregrinação Militar Internacional a Lourdes foi instituída em 1946 para promover a paz, a reconciliação e a cura depois da Segunda Guerra Mundial. Os participantes assistiram a um ato de abertura, no qual se acendeu um grande círio simbólico da peregrinação e desfilaram as diferentes delegações, a uma Vigília de Oração, Eucaristias, Procissão Mariana e a Eucaristia Internacional que marcou a conclusão do encontro.

“É realmente grande para aqueles que vem com um pedido em seu coração, sofrendo de algum modo, e para aqueles que lhes ajudam”, descreveu Carl Anderson, Cavaleiro Supremo dos Cavaleiros de Colón, organização que apoiou a peregrinação dos militares dos Estados Unidos. “Não queremos esquecer daqueles que se sacrificaram tanto e necessitam ainda de nossa atenção e apoio: nossos guerreiros feridos”. A delegação norte-americana estava limitada a militares feridos ou com deficiência no serviço ativou ou separados das forças armadas de maneira honrada.

A primeira peregrinação contou com a participação de um capelão alemão e um prisioneiro de guerra e ao longo dos anos mais soldados e países se somaram a iniciativa, que se converteu em um evento anual oficial em 1958, centenário das aparições da Santíssima Virgem a Santa Bernadette. (GPE/EPC)

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