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Inauguração de igreja e festa de Santa Rita em comunidade de Criciúma

Criciúma – Santa Catarina (Quarta-Feira, 21/05/2014, Gaudium Press) A comunidade Santa Rita de Cássia, da Paróquia Nossa Senhora das Graças, pertencente à Diocese de Criciúma, no Estado de Santa Catarina, está promovendo atividades para comemorar a festa em honra a sua padroeira. Ontem, dia 20 de maio, também aconteceu a inauguração e benção da Igreja.

A missa de inauguração da nova igreja e o início da festa em honra a Santa Rita foi realizada ontem, às 19h30. O Bispo diocesano Dom Jacinto Inacio Flach presidiu a Celebração Eucarística. A construção da igreja, que levou apenas 17 meses depois que a antiga capela foi derrubada, aconteceu por meio de doações dos moradores do bairro, de outras comunidades e de devotos de Santa Rita. As obras começaram no dia 12 de dezembro de 2012.

A programação do evento segue na quinta-feira, dia 22 de maio, com uma Missa, às 19h30, presidida pelo Padre Maike Leo Grapiglia. Já no sábado, dia 24, às 18h30, haverá a transladação da imagem de Santa Rita, saindo da residência do casal José Ramos da Silva e Maria Salete Teixeira da Silva, na Rua Lupicínio Rodrigues, número 168. Às 19h, ocorrerá a a Missa de encerramento da festa, presdida pelo Padre João Batista Simon.

A Paróquia Nossa Senhora das Graças fica localizada na Rua Cônego Aníbal Maria Difrancia, número 1435, em Criciúma. Outras informações poderão ser obtidas por meio do telefone (48) 3438-1381.

Santa Rita de Cássia

Santa Rita de Cássia nasceu no dia 22 de maio de 1381, na Itália, na região da Úmbria, em um lugarejo chamado, naquele tempo, Roca Porena. Seus pais a batizaram com o nome de Margherita, daí sua abreviatura: Rita.

Ela passou sua infância e sua juventude auxiliando seus pais na lavoura. Ainda jovem casou-se com Paulo Fernando e tiveram dois filhos: João Tiago e Paulo Maria. O marido, de gênio forte, a maltratou muitas vezes. Porém, Rita, com suas preces e orações, conseguiu convertê-lo para Deus. Ele morreu assassinado, vítima de lutas políticas de época.

Os filhos, jovens, quiseram vingar a morte do pai. Rita, preferindo vê-los mortos que transgredindo a lei divina, pediu a Deus que os levasse para o céu antes de se mancharem com aquele crime. Morreram ambos, dizimados por uma peste que arrasou a Europa naquela época.

Viúva e sem filhos, ela se dedicou ao socorro dos pobres e enfermos, ajudando a uns e outros, com alimento, visita, conforto e trabalho. Sentindo o chamado de Deus, procurou o Convento das Irmãs Agostinianas de Santa Maria Madalena, em Cássia, para tornar-se religiosa.

Um dia, rezando perante o crucifixo, pediu a Cristo a graça de sofrer com Ele. Então, um espinho se desprendeu da imagem e se fincou em sua fronte, abrindo uma chaga dolorosa, que durante mais de 15 anos a fez sofrer. Em 1450 ano santo, desejando ir a Roma, com suas companheiras de hábito e não o podendo por causa da chaga na fronte, Rita pediu a Deus esta graça e a chaga fechou-se, tornando-se a abrir quando ela voltou ao Convento.

Rita morreu no dia 22 de maio de 1457. No campanário do Convento, os sinos começaram a repicar festivamente, tangidos por mãos misteriosas. A chaga da fronte fechou-se na mesma hora. Ela ficou conhecida como a “Santa dos Impossíveis” em razão dos milagres e graças que milhares de devotos seus receberam de Deus, por intercessão sua. No dia 24 de maio de 1900, o Papa Leão XIII, a canonizou. (FB)

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