João Paulo II e a Coreia: frutos das viagens
Roma (02-05-2014, sexta-feira, Gaudium Press) – Andrés Kim Taegón é o primeiro sacerdote coreano da historia. Ele foi martirizado em 1846 quando tinha apenas 25 anos.
Na viagem histórica feita a Seul em 1984, o Papa João Paulo II o canonizou junto com outros 102 mártires. A grande maioria destes mártires era composta por leigos.
“Foram os leigos que introduziram a Igreja Católica na Coreia: um caso único no mundo. Depois a Igreja cresceu sobre o sangue dos mártires. Os católicos foram perseguidos na Coreia durante quase um século, depois do início da Igreja no País”, diz Dom Jong-su John Kim, reitor do Pontifício Colégio Coreano de Roma.
Em 1989 o Papa voltou à Coreia do Sul para celebrar um Congresso Eucarístico Internacional. As pegadas desta visitam permanecem marcantes e frutuosas até hoje.
“25 anos depois de sua última visita (1989), os católicos coreanos chegaram a cinco milhões. Porém, não sei como ajudou tanto para que o número de católicos crescesse tanto; creio que foi uma visita muito próxima do povo coreano”, afirma Dom Andrés Kim.
São João Paulo II não somente aproximou a Igreja da Coreia: também levou a Coreia para Roma. Em seu pontificado foi aberto o Pontifício Colégio Coreano, em Roma.
O Colégio foi fundado em 1990 e bento pelo mesmo Papa em 1998.
É, na verdade um seminário onde sacerdotes e futuros sacerdotes da África, da Oceania e, evidentemente, da Asia podem estudar na Cidade Eterna. (JSG)
Com informações Rome Reports





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