Paróquias de Erexim (RS) com celebração especial em honra a São João Paulo II
Erexim – Rio Grande do Sul (Segunda-Feira, 28/04/2014, Gaudium Press) No último final de semana, dias 26 e 27 de abril, a diocese de Erexim, no Rio Grande do Sul, promoveu missa festiva em comemoração a canonização de João Paulo II e João XXIII em duas paróquias da região. As celebrações, que foram presididas pelo bispo diocesano Dom José Gislon, aconteceram nas paróquias Nossa Senhora do Monte Claro de Áurea e Santa Ana de Carlos Gomes, comunidades com acentuada população de descendência polonesa.
De acordo com a assessoria de imprensa da diocese de Erexim, a primeira celebração ocorreu no sábado à noite na Paróquia Nossa Senhora do Monte Claro, da cidade de Áurea, contemplada com quadros retratando o patrício João Paulo II pelo consulado polonês de Curitiba. Ainda houve a inauguração de uma estátua do papa polonês com dois metros e meia de altura, feita em fibra de vidro. A imagem, que teve os custos bancados por doações dos paroquianos, recebeu a benção do bispo diocesano.
Já a segunda missa foi realizada na Paróquia Santa Ana, em Carlos Gomes, na manhã de domingo, dia 27, data da festa da divina misericórdia, instituída pelo Papa João Paulo II, no ano 200, no contexto das celebrações do grande jubileu bimilenar do nascimento de Cristo. No começo da celebração, um banner com um metro e meio de altura foi entronizado na imponente igreja, com torre de 54 metros, cuja construção iniciou em 1962.
A assessoria também destacou que durante a sua homilia, em ambas as celebrações, Dom José afirmou que todo domingo é dia de a comunidade se reunir para ver o Senhor Ressuscitado. Ele recordou que neste último domingo, em específico, em que continua a ressoar o anúncio da Ressurreição, que reacendeu a chama da esperança nos discípulos de Cristo, a Igreja celebrou também a graça da santidade, canonizando os papas João XXIII e João Paulo II, dois homens que colaboraram com a paz no mundo nos últimos 55 anos.
O bispo ainda salientou algumas características dos dois papas, tais como: eles eram homens de forte espiritualidade, que acolheram o chamado divino de servir o Senhor; ouviram o grito e o lamento daqueles que padeciam por falta de pão, de justiça e de paz no mundo; homens do silêncio, não o da indiferença, mas aquele que gera comunhão; abertos ao diálogo; conciliadores empenhados em construir uma sociedade da não violência, porque ambos viveram a experiência da guerra, com todas as tragédias que pode causar a humanidade.
Por fim, o prelado fez uma referência especial ao Papa João Paulo II, por causa da sua forte relação com as duas comunidades da região, falando de sua experiência do sofrimento, de seu empenho pela não violência, ele que fora marcado pela guerra e pelo atentado contra sua vida, bem como da sua filial devoção à Virgem Maria. Dom José destacou também o carinho do pontífice com os jovens, cuja expressão são as jornadas mundiais da juventude e com a família. (FB)





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