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Na Coreia do Sul, católicos rezarão o rosário durante a Quaresma para pedir o respeito ao direito à vida

Seul – Coreia do Sul (Segunda-feira, 24-02-2014, Gaudium PressUma iniciativa de oração pelo respeito à vida humana desde o momento da concepção foi lançada no dia 10 de fevereiro pela Igreja na Coreia do Sul. Intitulado de “A oração da Quaresma pela a Vida”, a iniciativa convida os fiéis a rezar o Santo Rosário para pedir a abolição de leis que promovem o aborto no país.

A campanha de oração foi lançada por ocasião da “Eucaristia pela Vida”, realizada todos os anos na Catedral Myeongdong Seul e que foi presidida por Dom Lino Lee Seong – hyo, Presidente das Atividades Pró-vida da Igreja na Coreia e organizada pela Comissão Episcopal de Bioética. Durante a homilia, o Bispo Seong-hyo orou para que “a cultura pró-vida se espalhe em nossa sociedade para a promoção dos direitos das crianças não nascidas”, segundo informou a Asia News.

O prelado informou que “a geração anterior, centrada na economia, tem atraído as gerações mais jovens a praticar a anticoncepção e a cometer feticídios”. Dom Seong-hyo advertiu que a influência negativa dos meios de comunicação a este respeito tem afetado os jovens “superexpostos sem proteção” e que “mostram a tendência que se inclina ao desprezo pela vida”.

Para enfrentar este desafio o Presidente das Atividades Próvida animou a “realizarem mais esforços para ensinar os jovens a entender a dignidade da vida e o verdadeiro significado da sexualidade”. Um desses esforços é a iniciativa da Igreja “pede a todos para celebrar uma Quaresma de oração pela vida”, anunciou o prelado, que recordou que este tempo litúrgico começará no dia 3 de março, quarta-feira de cinzas.

A Igreja na Coreia do Sul tem apoiado os esforços para promover a família e a abertura à vida em um dos países com a taxa de natalidade mais baixa do mundo. Com estimativas variando de 1,2 a 1,05 nascimentos por mulher, o país já padece os sinais de impacto na produtividade e estabilidade fiscal e o governo começa a propor medidas que ainda não parecem ser suficientes para contrariar a tendência. (GPE/EPC)

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