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Arcebispo de Taranto (Itália) aborda o papel do bispo e a necessidade do pastoreio

Rio de Janeiro (Quinta-feira, 06-02-2014, Gaudium Press) Continuando as conferências do Curso para Bispos realizado no Centro de Estudos do Sumaré, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 06, o Arcebispo de Taranto, na Itália, Dom Filippo Santoro, presidiu a palestra sobre o tema “A Centralidade do Episcopado no Concílio Vaticano II – Aspectos teológicos e as retomadas pastorais”.

Segundo Dom Santoro, “o Concílio Vaticano II fez uma espécie de revolução”, aprofundando-se na qualidade dos bispos, que através da ordenação episcopal se tornam sucessores dos apóstolos.

“O aspecto mais bonito é as pessoas poderem encontrar Jesus nos bispos. Após a Ascensão de Cristo aos Céus, para encontrar Jesus, as pessoas buscavam a comunidade cristã, em especial os apóstolos, e, após a morte dos apóstolos, os bispos”, explicou.

Dom Filippo abordou também a importância da colegialidade, considerada uma unidade dos bispos com o Papa.

“O Papa Francisco nos ensina que o mais importante é que os bispos mantenham essa proximidade com o povo, como os apóstolos mantinham. O bispo deve ser mestre e pastor para anunciar a presença de Cristo na vida. O bispo deve ser um pregador, um anunciador da Palavra, como faz o Papa Francisco todos os dias na Capela da Casa Santa Marta, em Roma.”

Para o prelado, “o bispo deve ser um servidor da comunidade, um instrumento de unidade que indica a direção”, pois vive o serviço assim como Jesus que lavou os pés dos apóstolos. (LMI)

Da redação, com informações Arquidiocese do Rio de Janeiro

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