Cardeal Filoni no Rio: “Missionariedade é identidade da Igreja”
Rio de Janeiro (Quarta-feira, 05-02-2014, Gaudium Press) O Centro de Estudos do Sumaré, localizado no Rio Comprido, no Rio de Janeiro, está recebendo neste mês de fevereiro o Curso Anual dos Bispos do Brasil. O evento, que conta com a participação de bispos e autoridades eclesiásticas, promove palestras e conferências referentes a assuntos como a vida consagrada e a missão do bispo e do presbítero, tendo como base os documentos do Concílio Vaticano II: “Ad gentes”, “Perfectae Caritatis” e “Christus Dominus”.
| Cardeal Dom Fernando Filoni | Foto: Arquidiocese do Rio de Janeiro |
Nesta terça-feira, 04, “Como Participar na Missio Ad Gentes: a Missionariedade e as Igrejas Locais” foi o tema da conferência ministrada pelo prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Dom Fernando Filoni.
Em seu discurso, Dom Filoni explicou que a missionariedade é um aspecto essencial da identidade da Igreja, sendo imprescindível o anúncio explícito do Evangelho para todos os povos, para que eles conheçam a Cristo, possam invocar seu santo nome e serem salvos.
“A Igreja peregrina, por sua natureza essencialmente missionária, recebeu o mandato solene de anunciar a verdade salvífica até os confins da terra”, ressaltou.
Segundo o Cardeal, a missão evangelizadora da Igreja contempla três etapas: sair dos próprios confins, anunciar o Evangelho e edificar a Igreja. Ele ainda, a exemplo do Papa Francisco, exaltou a cultura do encontro e ressaltou a importância do diálogo como meio de conhecimento recíproco.
Para ele, uma das primeiras missões da Igreja é ser responsável e acolhedora, segundo o Santo Padre em sua Exortação Apostólica “Evangelii Gaudium”.
“O acolhimento é um fator constitutivo da Igreja, porque a todos e a cada um é oferecida a salvação como proposta e possibilidade. Dele vem a responsabilidade da Igreja em relação à salvação de toda a humanidade”, explicou.
Finalizando, Dom Filoni disse que a Igreja deve ficar a serviço do Reino de Deus para anunciá-lo, bem como testemunhá-lo e difundir os valores evangélicos. (LMI)
Da redação, com informações Arquidiocese do Rio de Janeiro





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