Gaudium news > O forte vínculo da Arquidiocese de Medellín com Nossa Senhora da Candelária

O forte vínculo da Arquidiocese de Medellín com Nossa Senhora da Candelária

Medellín – Colômbia (Quarta-feira, 29-01-2014, Gaudium Press) A história de Medellín (Colômbia), a partir de sua origem sempre esteve intimamente ligada a Nossa Senhora da Candelária, cuja festa é celebrada no dia 2 de fevereiro, também Solenidade da Apresentação do Senhor.

Por ocasião desta celebração, o Arcebispo de Medellín, Dom Ricardo Tobón Restrepo, a partir de seu editorial no Semanário Arquidiocesano -meio de comunicação da Arquidiocese-, recordou o forte vínculo existente entre a cidade colombiana com a sua Santa Padroeira: A Virgem da Candelária.

“Na verdade, quando a cidade foi fundada, no dia 2 de novembro de 1640, recebeu o nome de Villa Nueva do Vale de Aburrá de Nossa Senhora da Candelária; nome que, na consolidação definitiva da cidade no dia 2 de novembro de 1675, foi mudado para Villa de Nossa Senhora da Candelária de Medellín”, recorda o prelado.

Ele continua: “Desde então, sob esta invocação, se suplicou a proteção da Virgem Medellín. Sua imagem aparece tanto no escudo da cidade como no da Arquidiocese”.

Por isso, ao celebrar a solenidade da Apresentação do Senhor e honrar esse dia à Virgem Maria sob o título da Candelária, Dom Tobon Restrepo Bispo convida os fiéis de sua Diocese para que comemorem sua Padroeira aprendendo a receber dela a luz de Cristo; “luz que lhe dá sentido a nossa vida, luz que esclarece os limites entre o bem e o mal, luz que nos guia através das vicissitudes da vida, luz que nos faz ver tudo o que nos une e nos torna responsáveis pelos outros, luz que nos projeta para a eternidade”, comenta.

Ele também diz que a festa da Candelária deve ser aproveitada como uma oportunidade “para recordar algumas lições concretas e essenciais do Evangelho que nos exorta a aprender, valorizando toda a vida humana, o respeito pela dignidade de cada pessoa, compartilhando o que temos para remediar o mal intolerável da iniquidade, perdoar as ofensas para que não se continue a experimentar o ódio, mas viver a alegria da fraternidade”. (GPE/EPC)

 

Deixe seu comentário

Notícias Relacionadas