Cresce o número de seminaristas ‘militares’ nos EUA
Washington – Estados Unidos (Quarta-feira, 13-11-2013, Gaudium Press) Embora o Ordinariato Militar dos EUA atenda ao cuidado catequético e pastoral de cerca de 1,8 milhões de pessoas -incluindo os membros das Forças Armadas, veteranos, contratistas do Departamento de Defesa, funcionários do serviço civil, e suas famílias, ao redor do mundo- este ministério não recebe financiamento do governo federal. Além disso, nas coletas semanais nas capelas militares dos EUA não chegam aos cofres do Ordinariato Militar, pois elas são distribuídas de acordo com os regulamentos de financiamentos militares.
| Dom Timothy Broglio. |
Por isso, por volta de $5,1 milhões de dólares do orçamento anual desta Arquidiocese militar, devem ser cobertos por doações privadas.
Os importantes e necessários trabalhos apostólicos do Ordinariato se desenvolvem em 220 instalações militares em 29 países, 153 centros médicos e zonas de operações e navios de guerra. E para realizá-las conta apenas com 234 sacerdotes.
Enquanto isso, há boas notícias. Primeiro, que o número de vocações para a capelania militar tem crescido nos últimos tempos.
Desde 2008 o número de seminaristas aumentou de 7 para 36. Influi neste crescimento um programa conjunto entre a Arquidiocese Militar e as jurisdições locais, que fazem com que a formação dos capelães militares seja compartilhada, de tal maneira que as Dioceses pagam parte do programa de formação.
“É uma alegria estar com eles, um motivo de orgulho e uma esperança para o futuro”, declarou o Ordinário Castrense, Dom Timothy Broglio, sobre os seminaristas.
Não obstante, e apesar da ajuda das Dioceses locais, a formação de cada seminarista custa R$ 75.000 dólares por ano, para um total de US$ 2,7 milhões de dólares no orçamento.
A outra boa notícia é que os Bispos americanos aprovaram em 2012 a realização de uma coleta a cada três anos nas paróquias dos EUA, para o apoio do Ordinariato Militar. A primeira dessas coletas ocorreu no dia 10 de novembro.
Dom Broglio não teme o desafio econômico, consciente da ajuda da Providência e da importância do trabalho a ser desenvolvido. (EPC)
Com informações do National Catholic Register.





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