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Relíquias de Irmã Dulce visitam Maceió (AL)

Maceió – Alagoas (Quarta-feira, 30-10-2013, Gaudium Press) Desde o último dia 24 de outubro, as relíquias da Beata Irmã Dulce, o “Anjo bom da Bahia”, estão percorrendo paróquias e entidades públicas e de cunho social de Maceió, em Alagoas.

A iniciativa da Arquidiocese local visitará mais de 90 lugares até o final de novembro, no intuito de mostrar a devoção dos fiéis à Beata Dulce dos Pobres e o projeto do futuro Santuário Arquidiocesano da Divina Misericórdia João Paulo II e Irmã Dulce dos Pobres.irma_dulce.jpg

Composto de um fragmento ósseo da Irmã Dulce, o relicário é acompanhado de um documento provido da Santa Sé que comprova a autenticidade da relíquia, além de uma imagem de 80 centímetros da Beata.

De acordo com o Padre Tito Régis da Silva, coordenador da atividade na Arquidiocese de Maceió, “a peregrinação acontece em vista do plano pastoral da Arquidiocese, que tem como proposta ser uma Igreja missionária e samaritana, e nisso temos como modelo Irmã Dulce, uma autêntica samaritana”.

Padre Tito, que chegou a conhecer a religiosa, afirmou que a peregrinação das relíquias só fará aumentar ainda mais a devoção da população alagoana pela religiosa.

“Conheci Irmã Dulce e para mim é um momento para contagiar a comunidade do espírito samaritano dela e para que todos possam compreender o projeto do nosso arcebispo de uma Igreja mais missionária e operante”.

O sacerdote ainda explicou que a visita do relicário da Beata está sendo realizada em obras sociais, escolas, hospitais e paróquias em vista da divulgação da proposta de implantação do Santuário da Divina Misericórdia, que sediará os trabalhos das obras sociais da Arquidiocese.

No dia 30 de novembro, encerra-se a peregrinação das relíquias da Beata Irmã Dulce. Na ocasião, será celebrada a instalação da Igreja Dulce dos Pobres, bem como o lançamento da pedra fundamental no local onde será construída a futura matriz da Paróquia, presidido por Dom Antônio Muniz Fernandes, Arcebispo de Maceió.

“O povo se identifica muito com Irmã Dulce como nordestina e conterrânea, e como contemporânea, porque ela viveu em nosso tempo, e por isso, há uma grande participação das pessoas nas comunidades, nas carreatas, nas caminhadas, orações, terços e celebrações, e tudo está tendo uma grande aceitação e mobilização”, contou Padre Tito.

Após o dia 15 de novembro, a peregrinação seguirá para as cidades do interior da arquidiocese. (LMI)

Da redação, com informações A12

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