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Astronauta se emociona ao relatar encontro com capelão após missão espacial

Reid Wiseman, um dos quatro tripulantes da Artemis II, revelou ter caído no choro ao encontrar um capelão da Marinha e avistar o crucifixo em seu uniforme.

Astronauta se emociona ao relatar encontro com capelao apos missao espacial

Foto: NASA/Bill Ingalls.

Houston – Estados Unidos (17/04/2026 09:54, Gaudium Press) O astronauta da NASA Reid Wiseman, um dos quatro tripulantes da Artemis II, descreveu um momento de profunda ação da graça de Deus. Apesar de não se considerar uma pessoa religiosa, Wiseman revelou ter caído no choro ao encontrar um capelão da Marinha e avistar o crucifixo em seu uniforme.

“Eu não sou uma pessoa muito religiosa, mas não havia outra maneira de eu explicar ou vivenciar qualquer coisa, então pedi que o capelão do navio da Marinha viesse nos visitar por um minuto. E quando aquele homem entrou, eu nunca o tinha visto antes na vida, mas vi a Cruz em seu colarinho e simplesmente comecei a chorar”, afirmou o astronauta.

Necessidade de um momento de introspecção que a ciência não conseguiu suprir

A declaração foi feita durante coletiva de imprensa realizada no Johnson Space Center em Houston, EUA. Foi a primeira vez que a tripulação da Artemis II (Jeremy Hansen, Christina Koch, Victor Glover e Reid Wiseman) se reuniu com seus familiares desde a conclusão de sua histórica jornada de 10 dias ao redor da Lua.

Wiseman explicou ainda que após uma semana intensa de testes médicos e objetivos científicos, ele sentiu a necessidade de um momento de introspecção que a ciência não conseguia suprir. “Não tive esse tempo de descompressão. Não tive esse tempo de reflexão”, confessou o astronauta

Marcas que levarão um tempo para serem totalmente processadas

Recordando um dos momentos mais impressionantes da missão, Wiseman descreveu sua experiência transformadora de ter observado um eclipse solar no espaço: “Acho que a humanidade ainda não evoluiu ao ponto de ser capaz de compreender o que estávamos vendo, porque era algo de outro mundo”.

Os mesmos sentimentos foram compartilhados por seu colega de tripulação, Victor Glover, que estava no leito ao lado quando o capelão entrou. Glover, que se identifica como uma pessoa religiosa, corroborou a intensidade do momento, ressaltando que a experiência espacial deixa marcas que ainda levarão um tempo para serem totalmente processadas. (EPC)

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