Twitter do Papa: “pílulas de esperança”
Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 28-10-2013, Gaudium Press) A conta oficial do Papa Francisco no Twitter (@Pontifex) atingiu recentemente a marca dos 10 milhões de seguidores. Por esse motivo, o Santo Padre enviou uma mensagem de agradecimento através da rede social:
“Queridos Seguidores, soube que já sois mais de 10 milhões! Agradeço-vos do fundo do coração e peço que continueis a rezar por mim”.
A propósito das mensagens enviadas quase diariamente pelo Pontífice, o presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, afirmou que “o Papa quer falar com os homens e as mulheres de hoje com uma linguagem que é compreensível e muito usada”.
Segundo Dom Celli, por meio dos tuítes, o Papa possui um espaço de 140 caracteres para emitir seus pensamentos e palavras de exortação para se aproximar dos homens e das mulheres de hoje.
“Um tuíte do Papa é ‘retuitado’ por seus amigos e mais de 60 milhões de pessoas recebem-no. Isso significa que no caminho da vida, com as dificuldades, os momentos não fáceis, cada um desses amigos recebe em seu celular o tuíte do Papa, que podemos definir como ‘uma pílula’, ‘uma gota de espiritualidade, de esperança'”, explicou.
Para o presidente do Pontifício Conselho, neste limite de caracteres proposto pelo Twitter, é possível “transmitir com simplicidade, de modo imediato, conceitos e valores que são fundamentais para a vida do homem dos nossos dias”.
Ainda de acordo com Dom Celli, os tuítes do Papa Francisco representam “uma mensagem de redescoberta do que é Jesus Cristo em nossa vida. É Ele que dá um sentido ao nosso caminho, é Ele que está conosco e partilha o nosso caminhar. E, muitas vezes, é o próprio tuíte que nos ajuda a entender essa proximidade, que não estamos sozinhos”.
Finalizando, o prelado destacou a presença do Santo Padre nos meios de comunicação e a relação deles com seu Pontificado. “A presença do Papa no News.va (agência de notícias do Vaticano) ou no Facebook tem uma repercussão que está aumentando cada vez mais. Portanto, diria que hoje estamos, observando com atenção aquilo que está acontecendo”, concluiu. (LMI)
Da redação, com informações Radio Vaticano




Deixe seu comentário