Santo Padre no Angelus: “é muito bonito conservar a luz que recebemos de Jesus”
Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 10-02-2014, Gaudium Press) Na tradicional oração mariana do Angelus feita neste domingo, 09, na Praça São Pedro, o Papa Francisco refletiu o Evangelho do dia, onde Jesus pede aos seus discípulos para serem “Sal na terra e luz no mundo”.
O Santo Padre destacou que os discípulos do Nosso Senhor eram apenas pessoas simples, pescadores, “mas Jesus os via com os olhos de Deus” e ao exortá-los desta maneira, dizia: “se fordes pobres de espírito, humildes, puros de coração, misericordioso, vós sereis o sal da terra e a luz do mundo”.
Para ele, “todos nós batizados somos discípulos missionários e somos chamados a nos tornar no mundo um Evangelho vivo”.
“Com uma vida santa, daremos sabor aos diversos ambientes e os defenderemos da corrupção, como faz o sal; e levaremos a luz de Cristo com o testemunho de uma caridade autêntica. Mas se nós cristãos perdemos o sabor, apagamos a nossa presença de sal e luz, perdemos a eficácia. Mas, que bonita é esta missão que temos. Como é bonita!”, destacou.
O Papa Francisco ainda disse que “é muito bonito conservar a luz que recebemos de Jesus”, sendo necessária guardá-la e conservá-la, pois o cristão deveria ser uma pessoa luminosa, que traz e sempre dá luz. Esta luz, observou o Pontífice, que não é sua, mas é um presente de Deus, o presente de Jesus.
“Se o cristão apaga esta luz, a sua vida não tem sentido: é um cristão somente de nome, que não leva a luz, uma vida sem sentido”, explicou.
Durante a oração do Angelus, o Papa resolveu fazer uma pergunta aos fiéis presentes na Praça São Pedro:
“Como vocês querem viver? Como uma lâmpada acesa ou como uma lâmpada apagada? É justamente Deus que nos dá esta luz e nós a damos aos outros. Lâmpada acesa. Esta é a vocação cristã”, afirmou.
Após sua reflexão, o Santo Padre recordou que nesta terça-feira, dia 11 de fevereiro, será celebrada a memória da Virgem de Lourdes e o Dia Mundial do Enfermo.
Antes de se despedir da multidão, novamente, o Papa dirigiu a mesma indagação:
“Quereis ser lâmpada acesa ou apagada?”. (LMI)





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