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Devemos amar o próximo como a nós mesmos, afirma Papa no Angelus

Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 17-02-2014, Gaudium Press) Os 100 mil fiéis reunidos na Praça São Pedro neste domingo, 16, acompanharam a locução mariana do Angelus realizada pelo Papa Francisco.

O Santo Padre comentou a passagem do Evangelho de São Mateus, que narra o conhecido Sermão da Montanha, a primeira pregação de Jesus e sua atitude diante da Lei Hebraica.

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“Mas o que significa ‘cumprir plenamente’ a Lei? E no que consiste a justiça superior? É o próprio Jesus que responde, comparando a Lei antiga com o que Ele diz, a partir do quinto mandamento: ‘Não matarás'”, afirmou.

O Papa ressaltou que, quando se diz que uma pessoa é “linguaruda”, significa que ela faz mexericos, que podem difamar a nossa própria imagem.

“Os mexericos podem matar a fama, o nome de uma pessoa; é tão feio difamar os outros. Se não fizéssemos mexericos, poderíamos ser santos. Queremos ser santos?”, indagou o Papa aos fiéis. “Então evitemos mexericos”.

Segundo o Pontífice, Jesus nos recorda que as palavras também podem nos matar, mas Ele propõe a quem o segue a perfeição do amor.

“O amor ao próximo é uma atitude tão fundamental que Jesus afirma que nossa relação com Deus não pode ser sincera se não fizermos as pazes com o próximo”, disse.

O Papa acredita que, “para termos um comportamento bom e honesto, não são suficientes normas jurídicas, mas motivações profundas que brotam da sabedoria de Deus e da ação do Espírito. Tendo Fé em Cristo e abrindo-nos a esta ação, viveremos o amor divino”.

“Este ensinamento de Cristo nos revela que a plenitude dos mandamentos se exprime realmente no Amor e que todos se unificam no maior deles: ame Deus de todo o coração e o próximo como a ti mesmo”, concluiu. (LMI)

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