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“Que Maria nos impulsione à missão e nos proteja de todos os males que possam nos afligir”, clama bispo de Santa Cruz do Sul

Santa Cruz do Sul – Rio Grande do Sul (Quinta-Feira, 06/02/2014, Gaudium Press) Em seu último artigo, dom Canísio Klaus, bispo da diocese de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, recorda que o calendário litúrgico da Igreja Católica reserva, ao logo do ano, várias datas para festejar e comemorar Maria Santíssima. Segundo ele, as mais destacadas são a festa de Maria Mãe de Deus, comemorada no dia 1º de janeiro, a festa da Assunção de Maria ao céu no dia 15 de agosto e a festa da Imaculada Conceição de Maria, comemorada no dia 8 de dezembro.perpet2.jpg

Além destas, o prelado afirma que existem várias festas com caráter popular, comemoradas com destaque em algumas partes do mundo. A título de exemplo, ela cita as festas de Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Candelária, Nossa Senhora de Lourdes, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora de Czestochowa, Nossa Senhora da Purificação, Nossa Senhora da Natividade, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora do Caravaggio, Nossa Senhora Auxiliadora, Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora Medianeira, Nossa Senhora Três Vezes Admirável de Schoenstatt e Nossa Senhora de Guadalupe.

Dom Canísio lembra também que nos primeiros dias de fevereiro foram realizadas, em várias comunidades da diocese, grandes comemorações para homenagear Nossa Senhora dos Navegantes e Nossa Senhora da Candelária, que estão relacionadas com a festa litúrgica da apresentação de Jesus no templo de Jerusalém. De acordo com o bispo, a diocese de prepara para a festa de Nossa Senhora de Lourdes, que faz referência à aparição de Maria à jovem Bernadete na gruta de Lourdes, na França. O prelado explica que por causa do grande número de milagres de cura atribuídos a Maria, em Lourdes, o dia 11 de fevereiro, dia de Nossa Senhora de Lourdes, também passou a ser comemorado como o Dia do Enfermo.

Outra questão abordada por dom Canísio diz respeito à Exortação Apostólica “A alegria do Evangelho” (n. 288), em que o papa Francisco afirma que “há um estilo mariano na atividade evangelizadora da Igreja. Porque sempre que olhamos para Maria, voltamos a acreditar na força revolucionária da ternura e do afeto. Nela vemos que a humildade e a ternura não são virtudes dos fracos, mas dos fortes, que não precisam maltratar os outros para se sentir importantes. Fixando-a, descobrimos que aquela que louvava a Deus porque derrubou os poderosos de seus tronos e aos ricos despediu de mãos vazias é a mesma que assegura o aconchego de um lar à nossa busca de justiça”.

O bispo de Santa Cruz do Sul salienta ainda que mais adiante, o papa diz que “a dinâmica de justiça e ternura, de contemplação e caminho para os outros, faz dela um modelo eclesial para a evangelização. Pedimos-lhe que nos ajude, com a sua oração materna, para que a Igreja se torne uma casa para muitos, uma mãe para todos os povos, e torne possível o nascimento de um mundo novo”.

Por fim, o prelado nos convida a nos voltarmos a Maria, com o mesmo sentimento de humildade que a acompanhou em toda a sua caminhada por este mundo, e com as palavras do papa Francisco pedir: “Alcançai-nos agora um novo ardor de ressuscitados para levar a todos o Evangelho da vida que vence a morte. Dai-nos a santa ousadia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga”.

“Que Maria, a Mãe de Jesus, invocada durante estes dias como Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Candelária e Nossa Senhora de Lourdes, nos impulsione à missão e nos proteja de todos os males que possam nos afligir”, conclui dom Canísio. (FB)

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