Gaudium news > “Sem a Eucaristia, a Igreja perde sua razão de ser”, assegura sacerdote

“Sem a Eucaristia, a Igreja perde sua razão de ser”, assegura sacerdote

Costa do Marfim – Yamoussoukro (Quarta-feira, 06-06-2018, Gaudium Press) Em entrevista concedida à Agência de notícias Fides, o teólogo Costa-marfinense da Sociedade de Missões Africanas, Padre Donald Zagore, explicou que “a Eucaristia é, em essência o coração da atividade missionária da Igreja. Sem este ponto de apoio não se pode conquistar nada”.

Sem a Eucaristia, a Igreja perde sua razão de ser, assegura sacerdote.jpg

Recordando Santa Teresinha do Menino Jesus, o sacerdote afirma que “na ausência de Jesus Eucaristia o Evangelho não pode ser anunciado, o enfermo não pode ser consolado e curado, o mundo não pode ser conduzido ao Reino dos Céus”.

O teólogo também cita São João Paulo II, dizendo que “a razão de ser da missão é a Eucaristia” e que “a Igreja vive da Eucaristia”. O missionário assegura que “sem a Eucaristia, a Igreja perde sua razão de ser”.

Entretanto, “sem ser responsáveis por esta situação dramática, muitas comunidades cristãs na África e em todo o mundo permanecem por anos sem a Eucaristia devido a escassez de sacerdotes. Muitas comunidades cristãs na África e em todo o mundo se veem obrigadas a padecer uma verdadeira ‘fome eucarística’ diante da impossibilidade da comunhão sacramental”, lamenta o Padre Zagore.

Diante deste triste panorama, o sacerdote sustentou que “se necessita mais do que nunca uma resposta vigorosa e profética que ofereça uma solução salvadora a este problema pastoral, que não apenas mina seriamente a atividade missionária da Igreja da África, mas também esvazia nossas comunidades cristãs. Sem respostas concretas às suas situações, nossos fiéis recorrem a outras realidades religiosas”.

O missionário sugere que além de “rezar ao Dono da messe para que possa enviar trabalhadores à sua colheita, como recomenda o Evangelho, se devem levar a cabo ações concretas para dar respostas concretas a esta pergunta”.

“Um dos caminhos plausíveis poderia ser trabalhar por uma formação especial para os leigos, os catequistas ou os ministros extraordinários da comunhão, e a celebração eucarística para as comunidades sedentas e famintas pela Eucaristia, conclui. (EPC)

Deixe seu comentário

Notícias Relacionadas